Vinho rosé: cada vez mais popular entre os brasileiros, ele possui características que podem encantar e surpreender os degustadores mais exigentes – e principalmente quem está começando o hábito de tomar vinho. Encante-se com o frescor, a acidez e a coloração única!

Vinho inferior? Que nada!

Vinho rosé e vinho branco

Mesmo com a “má fama” inicial, o vinho rosé se aperfeiçoou ao longo do tempo e caiu no gosto popular. A não tão boa reputação pode ter vindo da ideia de que o vinho rosé era uma espécie de mistura entre o vinho branco e o vinho tinto, o que dava numa bebida considerada sem qualidade. Mas nem tudo faz sentido…

É que nas primeiras produções do vinho rosé, havia a preferência por fazer uma bebida adocicada e gaseificada, para acompanhar comidas mais simples, como petiscos. Mas ao longo do tempo foram sendo feitos vinhos rosé “finos” de mesa – ao mesmo tempo leves e complexos e também versáteis. A ideia era harmonizá-los com pratos mais elaborados.

Como ele é elaborado?

Uvas na parreira

Há três técnicas utilizadas para a elaboração do vinho rosé. A primeira é a “maceração curta”, que consiste em amassar as partes sólidas da uva com o suco extraído. No vinho rosé a coloração desejada é atingida mais rapidamente e a fermentação é feita de forma parecida com a do vinho branco. Ou seja, em baixas temperaturas.

A segunda técnica é a “sangria”, quando é feita uma drenagem durante a maceração, e daí cerca de 10% do líquido drenado gera o vinho tinto e a outra parte mais clara – e bem menos concentrada – vai para a fermentação que vira o vinho rosé.

Por fim, a terceira técnica é o “corte”, que é uma técnica que pede mais cuidado, já que consiste na mistura do vinho tinto e do vinho branco.

Nesse caso, é misturada uma pequena parte de suco de uvas tintas (cerca de 5%) em uma grande parte do líquido extraído de uvas brancas. É um método incomum, sendo mais utilizado na produção de alguns espumantes rosé.

Consumo no Brasil

Taça de vinho rosé

No começo, o vinho rosé fez mais sucesso com o público jovem. Hoje, com o refinamento das técnicas e a diversidade dos rótulos, consumidores mais tradicionais vêm se abrindo para essa opção.

Boa parte desse novo sucesso se deve à publicidade que celebridades geram ao divulgar fotos de degustações ou festas. Como a coloração é linda, rende fotos bastante instigantes. Mas além de uma boa imagem, o vinho rosé possui boa acidez, aromas frutados ou florais, corpo leve e um pouco mais de doçura. A harmonização também é um ponto forte. Pratos leves e simples ficam ótimos com vinho rosé, tipo peixes e frutos do mar. E, sim, até pizza!

Em qualquer uma das ocasiões em que for servi-lo, lembre-se: os rosés são vinhos que pedem temperaturas mais baixas. Entre os 8ºC e os 12ºC é a faixa onde eles abrem seu leque de perfume e sabor.

Depois de ler este artigo, temos certeza que você não tem mais dúvidas sobre o que combina com vinho rosé.

Esperamos que nossas dicas de harmonização de vinhos tenham lhe dado ótimas ideias para que você tenha experiências únicas. O melhor e o mais importante da harmonização experimentar e descobrir o que mais te agrada. Bebidas e alimentos somente são descobertos se praticarmos bastante, na prática.

Gostou dessas dicas? Já se sente pronto para começar a experimentar e harmonizar vinhos para parte do seu cotidiano? Então, não perca tempo! Acesse nosso site e acesse nosso blog confira e escolha o vinho que você harmonizará com as suas refeições. Agradecemos a leitura e contamos com a sua presença nas próximas postagens! Até a próxima!