Você sabe a diferença entre vinho tinto, vinho verde e vinho branco? Dentre os amantes de vinho, há quem prefira mais o vinho tinto ao branco ou ao rosé. Essa diferença na coloração diz muito sobre as características da bebida e com que tipo de prato elas harmonizam.

Para entender um pouco melhor a diferença entre esses vinhos, é legal saber a origem deles. Pois bem! Dois tipos de uvas são matéria-prima deles: as uvas brancas, que necessariamente dão origem aos vinhos brancos, e as uvas tintas, mais versáteis, que produzem vinhos tintos, brancos e rosés.

Uma série de fatores da produção determina o sabor e a cor do vinho. Pensando nas uvas tintas, além do blend utilizado, do ponto de maturação e da espessura de sua casca, há o processo de maceração, decisivo para o tipo de vinho que será produzido. Vamos ver um a um!

Vinho tinto

Vinho tinto

Nos vinhos tintos, a maceração – ou seja, o contato da parte sólida da uva com a líquida, das cascas com o suco e a polpa – é mais longa, proporcionando a cor mais forte e marcante que conhecemos. A longa maceração permite que mais compostos corantes sejam liberados. Para esse vinho, há variações que vão do vermelho vivo, até o roxo e o marrom.

Vinho branco

Vinho branco

No vinho branco, o tempo de maceração é bem reduzido, para evitar que a cor forte seja adquirida. Apenas a parte líquida da uva tinta não possui cor. A produção pode ser feita também a partir de uvas verdes. A fermentação é feita a baixas temperaturas, também para extrair menos cor. A coloração varia do amarelo-palha ao amarelo esverdeado.

Vinho rosé

Vinho Rosé

Já o vinho rosé, que há pouco tempo vem adquirindo um maior valor entre os consumidores, pode ser feito através de três técnicas. A primeira é a maceração curta, descrita acima, mas nesse caso, o tempo é um pouco superior ao do vinho branco. Outra técnica é a da sangria, em que se drena uma pequena parte mais concentrada de líquido durante a maceração para a produção do vinho tinto, o restante é utilizado para o rosé. Por fim, a menos utilizada é a do corte, ou blend, em que se mistura o vinho branco e o tinto.

Vinho verde

Vinho Verde

Há também outro tipo bem conhecido da bebida, o vinho verde, mas, surpreendentemente, o nome não faz referência a sua cor, e sim a região em que é produzido, no noroeste de Portugal, chamada Vinhos Verdes também. Eles podem ser brancos, tintos, rosés ou espumantes.

Finalmente, quanto ao consumo, uma boa harmonização pode ser feita a depender se o vinho, além de branco, tinto ou rosé, é mais leve ou mais encorpado, e do tipo de comida, suas nuances de sabor e sua preparação. Ou seja, assuntos para os próximos posts.

Beber vinho traz muitos benefícios para a saúde, sabia? O consumo regular da bebida protege o coração, diminui os níveis de colesterol ruim, alivia os sintomas da depressão e ainda proporciona enorme prazer e relaxamento.

Com apenas duas taças por dia você transforma o seu corpo e as suas emoções, reduzindo o risco de diversas doenças, porque o vinho possui antioxidantes e substâncias anti-inflamatórias, entre outras.

Os benefícios do vinho para a saúde

Vinho

O vinho tinto, por exemplo, faz bem ao coração porque é rico em polifenóis, que aumentam os níveis do bom colesterol, o HDL. Ele também ajuda na diminuição da pressão arterial, evitando problemas circulatórios, como varizes ou derrame, e ainda previne o diabetes, uma vez que controla a glicose.

Os benefícios não são apenas para o corpo. Para as emoções o vinho também é excelente no alívio da depressão, uma vez que auxilia na produção de neurotransmissores como a serotonina, a dopamina e a endorfina.

Outro benefício do vinho é que ele melhora a saúde da pele. A responsável por isso é a resveratrol, substância que retarda a ação dos radicais livres. Esse componente ajuda a combater doenças cardiovasculares, auxilia na diminuição dos níveis do LDL e possui ação anticarcinogênica, porque inibe a proliferação de células do câncer de próstata e tumor de cólon. No vinho tinto, os polifenóis melhoram a microcirculação e a hidratação da pele. Já as procianidinas ajudam a manter a saúde dos vasos sanguíneos.

Viu só quantos benefícios proporcionam o consumo diário de vinho? Vinhos ajudam ainda a:

  • Combater infecções por bactérias,
  • Fortalecer os ossos, veias e artérias,
  • Melhorar a visão,
  • Preservar a memória,
  • Aumentar a libido.

Até na digestão dos alimentos o vinho é ótimo. Seus componentes ácidos fazem com a salivação e a liberação de suco gástrico aumente – e o alto teor de potássio também tem função diurética.

Vinho

Outras substâncias do vinho importantes para a saúde, são: flavonoides, quercetina e catequinas. É importante salientar, contudo, que o consumo de vinho precisa ser moderado, do contrário o excesso de álcool pode provocar males como problemas no fígado, além de insônia e propensão à dependência.

E se você costuma praticar exercícios físicos, principalmente musculação, o consumo de vinho pode ser prejudicial para a recuperação muscular. Bebidas alcoólicas desidratam o corpo, o que impede a absorção de nutrientes. Se você toma suplementos, deve dar atenção ao consumo excessivo de vinho. Contudo, aquela taça sagrada no fim do dia está mais do que liberada!

O vinho do porto é um clássico para os enófilos (os amantes de vinhos). Sua história é de grande importância na cultura luso-portuguesa, assim como na brasileira.

Origem do vinho

Vinho do Porto

Sua origem remonta ao século 17. A bebida era produzida na Região do Douro, aproximadamente a 100 km de distância da cidade do Porto, no norte de Portugal.

Essa região conta com uma bela e emblemática paisagem, de montes esculpidos com terraços próprios para a produção das vinhas. Até hoje a beleza se mantém e a região é considerada pela UNESCO como Patrimônio da Humanidade.

Os primeiros grandes consumidores de vinho do porto foram os ingleses – que, aliás, carregam também os rumores de terem sido eles os inventores da forma de fabricação desse vinho. Como os navegadores ingleses faziam grandes viagens, pensaram em uma maneira de conservar a bebida, adicionando aguardente.

Mesmo possuindo origens incertas, é importante entender como funciona a produção desse tipo de vinho fortificado. Enquanto um vinho seco sofre a fermentação até o final, e a maioria dos açúcares transforma-se em álcool, o vinho do porto interrompe a fermentação antes e adiciona aguardente vínica, proveniente das uvas. O resultado é um vinho licoroso, adocicado e mais alcóolico.

Chegada dele no Brasil

A chegada em peso do vinho do porto no Brasil aconteceu depois uma grande crise. Com a criação da Companhia Geral das Vinhas do Alto Douro, pelo Marquês de Pombal, o Estado Português passou a gerir todos os negócios referentes ao Vinho do Porto, e assim, o Brasil ganhou três filiais da Companhia.

Seu consumo atual no Brasil

Vinho do Porto

O fato é que até hoje o vinho do porto marca presença no Brasil, assim como outros vinhos portugueses, pela similaridade da língua, pela qualidade e diversidade e também pelo custo benefício. Portugal ocupa o segundo lugar no ranking brasileiro de vinhos importados. Curioso apontar que Portugal é, hoje, o país com o maior consumo de vinhos per capita (62,1l). Já o Brasil está bem atrás (2,8l per capita), mas em crescimento se comparado com os anos passados. Mesmo com muito a caminhar no quesito consumo, o vinho do porto será sempre um clássico por aqui.

Com o passar do tempo, novas categorias desse vinho foram criadas, contando com diferentes características. Dois tipos mais conhecidos são o Porto Ruby, de cor avermelhada, menor tempo de armazenamento e aroma frutado, e o Porto Tawny, de maturação longa, cor marrom clara e aromas mais complexos com notas de chocolate, amêndoas e café, por exemplo. Para ambos, devido à doçura e ao teor alcóolico, o ideal é que se consuma em pequenas doses.

Conte para nós: você também gosta de vinho do porto?

Vinho e peixe, uma maravilhosa combinação que possibilita pratos deliciosos e se combinado da maneira correta fica melhor ainda!

Peixe oferece inúmeros benefícios para a saúde e ainda agrada bastante o paladar. Seja peixe de carne branca ou escura, a harmonização com vinhos é sempre bem-vinda. Para entradas ou pratos principais, as opções são inúmeras e valorizam ambos.

O consumo de peixes é essencial na alimentação do brasileiro, por isso é ingrediente desde em receitas simples e clássicas até nas mais modernas e requintadas. Contudo, na hora de harmonizar peixe com vinho é preciso levar em consideração não apenas o tipo de peixe, como os temperos da receita, se haverá molhos e caldos, além de toda a forma de preparo. Esses diferentes detalhes influenciam bastante na hora da escolha do vinho. A seguir, um panorama geral e algumas dicas e sugestões.

Vinho e Peixe

Vinho e peixe

Como é muito falado, peixes combinam mais com vinhos brancos e rosés. Entretanto, para os fãs assíduos, que não conseguem abrir mão do clássico vinho tinto, há algumas exceções. O que costuma ser um problema é a união dos taninos presentes no vinho tinto e o iodo presente no peixe, o que deixa um gosto metálico desagradável na boca.

Nesse caso, escolha um vinho com menos taninos, de corpo leve e acidez marcada. Uma uva que proporciona um vinho assim é a Pinot Noir, que pode acompanhar uma refeição com salmão ou bacalhau, por exemplo. O bacalhau também harmoniza bem com Vinho Verde (um clássico português, que não leva esse nome por conta da cor, e pode ser tinto).

Passando para o vinho rosé, um pouco mais estruturado que o vinho branco, uma série de combinações também é possível. Peixes grelhados, assados ou cozidos, como o salmão e o atum, vão bem com o rosé. A presença de legumes e tomates cai bem.

Já quando a preparação envolve molhos, o branco é preferência. O clássico Chardonnay acompanha bem pratos mais pesados, devido a sua acidez e untuosidade. Peixes mais gordurosos também. Os ingredientes intensos são bem enfrentados e ao mesmo tempo valorizados pelo vinho branco seco. Caso opte por grelhar um peixe pintado, o vinho mais apropriado é o Sauvignon Blanc.

Ainda tem os vinhos espumantes. Uma combinação em alta é a com os sushis e sashimis, populares devido aos restaurantes de comida japonesa. Um espumante Brut harmoniza com salmão cru, por exemplo. A acidez dos espumantes pode estar a favor também de peixes de sabor mais intenso, preparados com temperos mais expressivos.

Como pode ver, o universo de combinações é imenso. Optar por uma receita específica ajuda a encontrar o melhor vinho – e é a melhor saída. Como dicas gerais, lembre-se de levar em consideração a acidez do vinho, extremamente importante para a harmonização, além de evitar as opções demasiadamente adocicadas.

Olá amantes do vinho. Hoje nós trouxemos um artigo bem prático e direto com dicas de pratos para harmonizar com vinho rosé. Assim você nunca mais vai ficar em dúvida sobre o que servir na próxima refeição.
Como sabemos, os vinhos rosés estão em alta nos dias mais quentes. Inclusive, nós temos um artigo bem completo passando diversas dicas de refeições e outras bebidas ótimas para estes meses de muito calor.

Sendo assim, hoje decidimos fazer uma publicação indicada apenas para os pratos. Como gostamos de fazer sempre, há aqui opções requintadas e elegantes, mas também pratos despretensiosos, fáceis e ótimos para o dia a dia, ou uma reunião alegre entre amigos. Então, vem ver de perto as nossas dicas de pratos para harmonizar com vinho rosé.

Trataremos os temas a seguir.

Vinho rosé com carnes: vamos começar pelo básico

Sabe o frango assado com batatas de domingo? Ele é uma bela combinação na hora de degustar o seu vinho rosé. O frescor do vinho faz contraste com a gordura do frango, trazendo mais equilíbrio para o prato.

Aves grelhadas com saladas ou, até mesmo, um strogonoff de frango são uma ótima ideia na hora de harmonizar o seu vinho rosé.

Maionese Lovino

Além das carnes brancas, carnes vermelhas bem temperadas, como os tacos e burritos mexicanos, ou carnes com pouca gordura vão super bem com vinho rosé.

Entenda as características do vinho rosé: combinações incríveis

Para os que preferem pratos frios, como ceviche, sushi, cuscuz marroquino ou saladas saborosas, como a caprese, o rosé dá um toque especial, aumentando ainda mais a sensação de frescor.

Petiscos e canapés são boas escolhas também, já que o rosé limpa o paladar e tem acidez ideal para equilibrar com a untuosidade das frituras.

Vinho Rose Lovino

Por isso, pode apostar sem medo em iguarias como bolinho de bacalhau, bolinho de arroz, coxinha, pastel, linguiça calabresa e queijos variados.

Frutos do mar, especialmente camarão, também formam uma combinação irresistível. E vale lembrar que carnes, massas – incluindo a pizza! – são outros bons candidatos à harmonização com esse estilo de vinho.

Rosés de cor cereja: a combinação incrível desse sabor

Já se o seu vinho rosé for daqueles com uma cor um pouco mais forte, lembrando a cor das cerejas ou morangos (isso a gente vê bastante nos vinhos rosés de Portugal, da Argentina e da Espanha), tem um truque.

Você poderá explorar preparos que levam molhos rosés, carne de porco embutida e peixes mais gordurosos, como as moquecas.

E se você gosta de arriscar, prove com um bom churrasco. Principalmente com carnes mais magras como fraldinha e maminha, ou com corações de galinha, frango e até o queijo coalho, o rosé vai super bem!

Misturar vinhos brancos e rosés com vinhos tintos: combinações

Alguns vinicultores produzem vinhos brancos e tintos e depois misturam para dar a tonalidade rosa desejada, essa técnica se chama Blend ou Assemblage.

Na Itália essa prática na produção de vinhos rosés é proibida, e os produtores utilizam outras combinações.

Portanto, atente-se para saber se o vinho que você adquiriu vem de um Blend. Lembrando que essa não é uma estratégia que tira o sabor, ou diminui o valor do vinho, apenas apresenta características distintas de rótulos rosés naturais.

Harmonizando com rosé Mediano: o mais famoso

Provavelmente esse é o estilo mais comum no mercado, onde os rótulos variam de secos a meio secos e contam com um bom equilíbrio entre as sensações de doçura e acidez.

Normalmente, os medianos apresentam ligeiros extratos de taninos, o que os torna muito versáteis para a adaptação gastronômica.

Por essas questões, as melhores harmonizações deste rosés são com as carnes (como explicamos no início do artigo) e com os queijos – veja o próximo tópico.

Harmonizando rosé com tábua de frios e queijos

Azeitona, queijo mussarela, presunto parma, amendoim, castanhas e queijo branco para um jantar com os amigos. Mas falta alguma coisa: vinho.

 Aperitivos Vinho

Para uma noite de petiscos, aposte em um vinho rosé levinho, que além de ser fácil de harmonizar, vai limpar o sabores dos petiscos mais gordurosos, como o queijo, e vai complementar a acidez de aperitivos como a azeitona.

Combinando vinhos rosés com verduras

O vinho rosé também proporciona ótimas harmonizações com verduras. Pratos requintados ou simples sempre pedem acompanhamentos, e verduras são boas opções em várias receitas. Além de muito nutritivas, elas dão um toque especial a um prato com carnes, por exemplo.

Abóbora cozida e temperada com alho e sal, e pimentas com picância leve, são guarnições muito adequadas ao descontraído vinho rosé. Além destas, cebola, tomate, e pimentões também casam com a bebida rosada.

O famoso ratatouille é um prato que se estabelece como uma perfeita combinação para vinhos rosés. O feijão preto, branco e a lentilha também podem dividir o prato com o arroz, e harmonizar com a bebida, realçando suas qualidades e sutilezas.

Estes pratos são típicos de momentos em almoço, jantar, ou também depois de horas na praia ou na piscina, em que o calor pede bebidas refrescantes para aliviar.

Parma Lovino

Rosés podem ser degustados o ano todo

Por ser um vinho que deve ser bebido fresco, o rosé ainda é muito encarado como uma bebida de verão. Mas quem gosta de degustá-lo em qualquer época do ano pode comemorar, porque isso não é necessariamente verdade.

No Brasil, classificar esses vinhos como uma “bebida de verão” é um mito. Nossos invernos não chegam às temperaturas mais extremas. Logo, até nos dias mais frescos é possível aproveitar um vinho rosé servido na temperatura correta e ter uma boa experiência.

E para finalizar: harmonizando com a sobremesa

Por fim, para confirmar sua versatilidade, que tal beber um vinho rosé espumante com sobremesa? Sim, Exemplares desse estilo, principalmente os secos, podem ser servidos com frutas frescas, ou ainda com tortas à base de frutas vermelhas. Se a sobremesa não for tão doce e tiver frutas em sua composição, como um bolo branco com morangos e cerejas, entre outros, a harmonização final é excelente. É fácil se deliciar e, mais ainda, se apaixonar por esse estilo de vinho. Flexível e muito saboroso, é a pedida ideal para aproveitar boas companhias junto aos mais variados pratos culinários.

Esperamos que nossas dicas de harmonização de vinhos tenham lhe dado ótimas ideias para que você tenha experiências únicas. O melhor e o mais importante da harmonização experimentar e descobrir o que mais te agrada. Bebidas e alimentos somente são descobertos se praticarmos bastante, na prática.

Gostou dessas dicas? Já se sente pronto para começar a experimentar e harmonizar vinhos para parte do seu cotidiano? Então, não perca tempo! Acesse nosso site e confira e escolha o vinho que você harmonizará com as suas refeições. Agradecemos a leitura e até a próxima!

O artigo de hoje é bem direto ao ponto, nós trouxemos uma lista incrível com os melhores vinhos para presentear no Natal e fim de ano.

São opções de preços bem atraentes, mas que apresentam ótima complexidade e uma gama de sabores que vão agradar até aos mais requintados paladares.

Então, se você está procurando uma bebida deliciosa para presentear no fim de ano. Veja a nossa lista dos melhores vinhos para o fim de ano agora mesmo.

Vinho Asio Otus Branco

A marca Asio Otus do grupo MGM Mondo Del Vino não decepciona. Este vinho branco é mais um exemplar que irá te conquistar. A poesia deste blend inicia no rótulo, que traz uma coruja e revela a inspiração da marca para elaboração dos vinhos: à noite, com todos os mistérios, charme e sedução que envolvem estar sob a lua e as estrelas.

Clique e conheça mais do Asio Otus Branco

Espumante Platino Pink Flowery Moscato

A Espanha encanta pela história, cultura, boa gastronomia e belos lugares para todos os gostos. Tanto que é um país bem atrativo para os amantes de bons vinhos, pois os espanhóis sabem produzir vinhos sem iguais.

Clique e conheça mais do Espumante Platino Pink Flowery Moscato

Platino Pink

Espumante Platino Sparkling Brut

O Espumante Platino Sparkling Brut é um dos rótulos que leva o nome do famoso Grupo espanhol J. García Carrión. Reconhecida por exportar vinhos espanhóis de qualidade para todo mundo, a vinícola não deixa a desejar com este espumante.

Clique e conheça mais do Platino Sparkling Brut

Platino Brut

Espumante Platino Gold Flowery Moscato

Quem não sonha em conhecer a Espanha um dia? Uma cultura riquíssima, boa gastronomia e belos lugares para se visitar. Mas além disso, os espanhóis também provaram que sabem produzir vinhos sem iguais! A vinícola García Carrión nasceu em 1890, com o propósito de exportar vinhos para a França. Nesses 130 anos de história, García Carrión tornou-se líder absoluto no mercado de vinhos e sucos na Espanha, na 1ª vinícola da Europa e na 5ª do mundo e na 2ª marca de sucos da Europa

Clique e conheça mais do Platino Gold Flowery Moscato

Platino Gold Flowery Moscato

Vinho Santa Ema Gran Reserva Merlot

De um lugar lindo no Chile, às margens do rio Maipo, no Vale Maipo, trouxemos este Merlot da vinícola Santa Ema. Este Gran Reserva faz parte da linha de vinhos da mais tradicional e conhecida da vinícola chilena. Esse Merlot apresenta uma harmonia perfeita obtida através de um delicado armazenamento em barril, junto à complexidade adquirida durante o envelhecimento em garrafa. Rótulo que evoca recordações e experiências únicas.

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Vinho Santa Ema Barrel Reserve 60/40

O Barrel Reserve 60/40 é um vinho original elaborado pela vinícola Santa Ema com uma mistura única de 60% de Cabernet Sauvignon e 40% de Merlot, com uvas produzidas no Vale de Maipo do Chile. É claro que não poderia faltar na seleção que fizemos para você.

Este vinho de cor cereja intensa demonstra uma explosão de sabores frutado e barril. Afinal, Santa Ema fez uma criteriosa seleção de barris com grande expressividade frutal que representa o melhor de cada variedade. Barrel Reserve 60/40 tem muita identidade e aroma com notas de ameixas secas e amoras, integradas com baunilha e canela, com um toque de torrada. É um vinho concentrado e elegante, com taninos redondos e final aveludado. Excelente para qualquer ocasião.

Clique e conheça mais do Santa Ema Gran Reserva Merlot

Vinho Santa Ema Carménère Gran Reserva

O Santa Ema Gran Reserva Carménère é um vinho tinto violeta intenso com maturação de 10 meses em barricas de carvalho francês e americano. Exibe aromas de ameixas maduras e cerejas negras, com notas de café torrado, tabaco e pimenta branca. No paladar, mostra-se um tinto estruturado, porém aveludado, com distintos sabores de frutas maduras e especiarias, mostrando taninos redondos, boa acidez e grande persistência. É um recomendadíssimo que você irá apreciar!

Clique e conheça mais do Santa Ema Carménère Gran Reserva

Espumante Aurora Moscatel

Um excelente Moscatel brasileiro é este produzido pela vinícola Aurora. Originário de Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul, este é um espumante aromático, refrescante e muito harmônico, que apresenta aromas adocicados, com notas florais e de mel. É um Moscatel premiado e um ótimo exemplar para quem aprecia espumantes desse tipo.

Não se prenda ao preço, pois este rótulo da Aurora irá te surpreender. De coloração amarelo-esverdeado, tem um paladar agradável e bem suave. É doce, delicado, apresentando grande equilíbrio entre doçura e acidez. É um Moscatel que não irá te decepcionar.

Espumante Jaume Serra Brut

Quando você pensa em Barcelona, o que te vem à cabeça? Espumante está entre algo que você pensou? Pois deveria estar. É na região de Catalunha que está localizada a vinícola Jaume Serra, que integra o Grupo J. García Carrión, e é a responsável por elaborar este Castelfino Brut. Um espumante que irá te surpreender.

Castelfino Jaume Serra Brut tem cor amarelo palha brilhante, borbulhas finas, aromas de frutas brancas, pêras, notas florais. É um Cava elegante e equilibrado com acidez agradável e médio corpo. Um espumante refrescante e frutado. Mais um boa opção espanhola com o valor bem atrativo. Você não irá se arrepender.

Clique e conheça mais do Espumante Jaume Serra Brut

Jaume Serra Semi-Seco

A vinícola Jaume Serra possui diversos prêmios internacionais, sendo a produtora de espumante mais reconhecida da Espanha. Só por essa referência você pode acreditar que este Castelfino Jaume Serra Semi-Seco te agradará. Isso porque o Grupo J. García Carrión, do qual a vinícola faz parte, vislumbra a qualidade desde o cultivo das uvas até o envelhecimento.

Por isso, Castelfino Jaume Serra Semi-Seco apresenta aroma apetitoso, atraente, com muito encanto, tudo em uma ótima combinação e em um contexto de frescor e sedução. Perfeito balanço entre vivacidade e suavidade na boca, com uma frescura sobressalente graças a uma boa acidez que realça frutas, apresentando balanço e equilíbrio. Não foge à regra dos bons Cavas espanhóis.

Clique e conheça mais do Jaume Serra Semi-Seco

Essa foi a nossa lista incrível de melhores vinhos para presentear no fim de ano. Se você gostou das dicas, continue acompanhando o nosso Blog, pois estamos sempre trazendo novidades sobre o universo dos vinhos e das bebidas sofisticadas.

Agradecemos a leitura e até a próxima.

Rosés e Brancos são destaques para os meses de calor

A Lovino está entre uma das maiores importadoras de vinhos Europeus da América Latina, especialmente falando sobre os rótulos franceses, um país responsável pelos sabores que são conceituados em todo o mundo.

No Brasil, temos um grande afluxo de vinhos originários dos países da América do Sul, em especial aqueles vindos de Mendoza, na Argentina; e Vale Del Maipo, no Chile.

Entretanto, graças ao esforço de muitas empresas, também temos a oportunidade de provar sabores centenários, oriundos de regiões Européias com forte tradição na produção de vinhos: e o país mais marcante sem dúvida é a França.

Os Vinhos Franceses seguem por um grande leque de opções e diferenças, de acordo com cada região.

As principais regiões produtoras de vinhos franceses

A França conta com mais de 15 regiões vinícolas em todo o seu território. Vale ressaltar que lá a bebida é consumida diariamente como um acompanhamento para a maior parte das refeições.

Essa obsessão pelo vinho transformou o país em uma verdadeira produtora de obras primas. Dos 10 rótulos mais caros do mundo em 2018, 9 eram franceses. Essa façanha se repetiu em 2019, e em 2020.

Por qual razão os rótulos são tão cobiçados? Simples. Lá estão as regiões de Bordeaux, Loire e Borgonha, a tríade mais famosa dos vinhos Europeus. Além de tudo, o cuidado excessivo com os terroirs traz uma alta variedade de uvas.

As principais regiões vinícolas do país, são (em seus nomes oficiais):

  • Alsace;
  • Beaujolais;
  • Bordeaux;
  • Bourgogne;
  • Champagne;
  • Charentes;
  • Corse;
  • Jura;
  • Languedoc;
  • Provence;
  • Roussillon;
  • Savoie;
  • Sud-Ouest;
  • Val de Loire;
  • Vallée du Rhône.

Cada uma dessas regiões contém um terroir específico (ou mais de um) capaz de gerar cultivos incríveis para as principais variedades de uvas.

Destaque para Vinhos Brancos e Rosés nos tempos quentes

Se os vinhos mais robustos fazem sucesso no inverno e em dias frios – Bordeaux, e vinhos secos com taninos bem fechados – os Brancos e Rosés são a melhor opção para os dias quentes.

Dica de degustação: Vinho Jacques Dunay Crozes-Hermitage

Os vinhos elaborados a partir da uva Syrah nativa são considerados os melhores rótulos Syrah do mundo, graças a sua elegância e ao caráter picante que exprime no paladar. O Jacques Dunay Crozes-Hermitage, em especial, se mostra um vinho rico, equilibrado e concentrado.

Vinhos rosés franceses são conhecidos pelo sabor refrescante, pelos tons de frutas, de boca leve e fácil degustação. São bebidas que podem acompanhar todas as refeições, sem que interfiram no sabor, ao mesmo tempo que trazem leveza e bem-estar para a ocasião.

Dica de degustação: Vinho Elixir Cotes de Provence

Para celebrar o vinho francês rose e a melhor arte de viver na Provence, você precisa experimentar o Elixir. Este vinho é produzido para atender totalmente as expectativas dos consumidores em relação ao vinho rose da Provence e oferece um momento único de prazer: gastronômico, fresco e frutado. É marcado por aromas intensos de lichia e manga, na boca muito fresco e equilibrado.

Já os vinhos brancos franceses estão entre as bebidas mais delicadas e sofisticadas, sem que isso implique em elevação no preço final do consumidor. Por um custo/benefício muito atraente é possível adquirir uma bebida de extremo bom gosto, que será uma excelente acompanhante para as refeições mais saborosas.

Dica de degustação: Vinho Chardonnay Vin de France Dufouleur Pere & Fils

Da renomada Dufouleur Père & Fils, este Chardonnay apresenta um bom corpo, com aroma de abacaxi maduro e carambola. Ideal para dias de muito calor.

As vantagens do terroir Francês

Os vinhos franceses são os mais complexos por uma razão: seu terroir. Na realidade, a junção de todos eles. A soma do clima frio, a exposição solar ideal, os níveis perfeitos de umidade e o controle mineral do solo contribuem significativamente para o desenvolvimento das videiras. É por essa razão que lá estão as mais fantásticas Aligoté, Chardonnay e Pinot Noir.

Provar os vinhos franceses é como provar a origem dos melhores sabores

Sim, existem inúmeras escolas vinícolas fantásticas. O Wine Country Americano, com seus sabores vigorosos, a acidez característica dos ótimos Argentinos, a beleza simples dos vinhos Chilenos, o poder marcante de um verdadeiro vinho do Porto ou o pragmatismo direto dos sabores Italianos. Contudo, os rótulos Franceses seguem aos mais restritos patamares de excelência. Há na França um status de elevar a produção vinícola ao patamar da mais fina arte.

Por essa razão os vinhos franceses estão entre os mais apreciados em todo o mundo. E é um prazer para a Lovino estar entre as maiores importadores destes sabores.

Escolha entre a nossa seleção de Brancos e Rosés e testemunhe por si a qualidade impressionante destas bebidas.

Lovino Compartilha os Segredos dos Vinhos Franceses

Estamos passando pela primavera, mas com temperaturas dignas de um bom verão. Em tempos assim, os amantes de vinhos podem pensar que acabou o tempo de curtir, afinal, a bebida está muito associada ao inverno.

Pois hoje nós vamos provar que existem muitos vinhos para o verão. Tem mais, há opções para todos os paladares, desde rótulos mais simples e diretos, até sabores complexos e rebuscados.

Muito bem, então, fique confortável e aproveite essa seleção de 8 vinhos perfeitos para dias quentes. 

Escolha um Cabernet Sauvignon Rosé

Este é o primeiro vinho que você deveria procurar quando pensa em um tipo específico para o verão. Neste primeiro tópico não vamos indicar apenas o rótulo, pois há vários neste sentido, mas queremos destacar também algumas características deste tipo de vinho.

A mistura de Cabernet Sauvignon e Tempranillo faz bebidas bem palatáveis, o que é excelente para os dias mais quentes.

Dica: muito cuidado com os Rosés extremamente doces, com aquele sabor que chega ser comparável a um xarope. Busque sabores menos aveludados, mais leves. 

Rótulo indicado: Vinho Balduzzi Cabernet Sauvignon Rosé

Vinho Santa Ema Select Terroir Rosé

O Santa Ema Select Terroir Rosé está entre as melhores pedidas para quem deseja degustar uma bebida requintada, sem perder as características de um vinho do verão. 

Este Rosé é inspirador, sua cor vermelha framboesa transparente e brilhante aguça o paladar. Com aromas perfumados de frutas vermelhas e pétalas de violeta, é uma excelente opção. 

Rótulo indicado: Vinho Santa Ema Select Terroir Rosé

Vinho Condesa de Leganza Rosado Selección de Familia

A verdade é que este vinho é uma verdadeira obra de arte. As uvas Tempranillo utilizadas neste rosé Selección são cultivadas em Castilla de La Mancha, terra da maravilhosa obra prima Dom Quixote. 

Delicado, suave, capaz de fazer sussurrar sabores surpreendentes, mesmo para os paladares menos experientes. 

È um vinho frutado e floral, com lilases e violetas, tudo isso sem perder o frescor e a leveza. Tanino equilibrado, muito agradável.

Rótulo indicado: Vinho Condesa de Leganza Rosado Selección de Familia

Vinho Anaïs Côtes de Provence

É impossível fazer uma lista de vinhos sem indicar um francês. Trazemos aqui a indicação deste rosé leve e fresco. 

Produzido nos vinhedos do Sul da França, local conhecido como triângulo dourado – Cuer, Vila de Puget e Pierrefeu. Esse vinho Anais Cotes de Provence certamente vai trazer muito mais qualidade para o evento. 

Sublime, ideal para os dias mais quentes do verão, ótimo para ser apreciado com leveza. Celebrando flores com notas frescas de toranja, frutos silvestres e morangos, muito bom para todos os paladares.

Rótulo indicado: Vinho Anaïs Côtes de Provence

Vinho Badissa Pinot Grigio Rose

Este é um Italiano, meio seco, de aromas deliciosos e marcantes. Tem no melão seu sabor mais característico, com toques de mel e leve floral. 

Por ser seco, com acidez média para alta e álcool acentuado, seu proveito é indicado para paladares experimentados, ou mais exigentes.

De todo modo, é um ótimo rótulo para quem deseja desenvolver o gosto por vinhos de boca seca. Safra de 2019, 12% no teor alcóolico, uma escolha para quem sabe do que gosta. 

Rótulo indicado: Vinho Badissa Pinot Grigio Rose

Vinho Verde Anjos de Portugal Rosé

Por fim, indicamos este rótulo que vem do noroeste de Portugal, uma das maiores e mais antigas regiões vitivinícolas do mundo.

Lá, encontramos na cidade da Lixa, este vinho Verde Rosé Anjos. Elaborado pela vinícola Quinta da Lixa com uvas Touriga Nacional e Espadeiro. Um vinho jovem e delicado, que se revela uma agradável surpresa.

Os aromas de morango e groselha bem vivos, complementados com notas florais, trazem exuberância característica dos bons Rosés. 

Apresenta um belo equilíbrio, com boa acidez e muitas frutas frescas. É um semi-seco de ótimo custo. Trata-se, portanto, de um achado das terras portuguesas. 

Delicado, deve ser servido gelado, como coquetel ou drink de beira de piscina. Também pode acompanhar aperitivos leves, como bruschettas. Anjos é um vinho levemente gaseificado, fácil de beber e com pouco teor alcoólico.

Rótulo indicado: Vinho Verde Anjos de Portugal Rosé

Por qual motivo todos são Rosés, e quanto aos outros tipos?

Para finalizar, queremos conversar brevemente sobre essa escolha de Rosés e por qual razão estes são os vinhos ideais para o verão. 

A bem da verdade, o vinho Rosé ganhou a fama de “Vinho para dias quentes” pela sua leveza e fácil apreciação. Contudo, a estação também pode ser apreciada com diversos outros tipos.

Vinhos Verdes, por exemplo, são escolhas excelentes. Tintos leves como o Cabernet também podem ser apreciados. 

Nossa lista se pautou inteiramente nos Rosés pela facilidade com que se adquire o gosto pela bebida. Ou seja, se você quer um vinho coringa, que possa ser combinado com diversos alimentos de verão, o Rosé será, sem dúvida, a melhor escolha.

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Ficou com dúvidas ou gostaria de obter mais informações sobre os rótulos? Acesse agora mesmo a nossa loja virtual. Lá você terá todos os dados sobre cada um dos rótulos, até mesmo dicas de ótimas combinações.

Agradecemos a leitura e até a próxima!

Hoje nós vamos conversar sobre o maravilhoso Pavillon du Glana. Contudo para que você compreenda as nuances desse rótulo, precisamos contextualizar a sua produção e, especialmente, as regiões de Bordeaux e por qual razão os vinhos de lá são tão famosos.

Assim, mais do que falarmos sobre esse incrível vinho, queremos garantir que você compreenda as nuances do terroir da região e possa utilizar esse conhecimento na escolha dos próximos rótulos.

Esperamos que seja uma leitura agradável. Fique confortável e desfrute de um bom vinho. Vamos começar!

Pavillon du Glana – como nasce um vinho em Bordeaux 

Localizada no departamento da Gironda, na região da Aquitânia, sudoeste da França, Bordeaux é a maior região produtora de vinhos do país. Lá, a produção vinícola está concentrada às margens dos rios Garonne e Dordogne. Ali são produzidos os melhores e mais prestigiados vinhos do mundo.

No entanto, a questão principal é compreender distintos estilos e assim entender o valor do Pavillon du Glana, portanto. Vamos conversar sobre os estilos de Bordeaux 

Pavillon du Glana, digno de um Bordeaux 

As regiões de Bordeaux têm sua própria Appellation d’Origine Contrôlée (AC ou AOC), regidas por legislações específicas. Elas determinam as cepas permitidas, o teor alcoólico e até os métodos de poda e colheita. Elas também cuidam do rendimento de fruta por planta, técnicas de vinificação permitidas, entre diversas outras questões.

Assim surgiram mais de 50 denominações diferentes em Bordeaux, variando desde grandes denominações abrangentes, até as relativas a determinadas comunas. Ou seja, se há tantos controles, há inúmeras maneiras de denominar um vinho para que o consumidor saiba exatamente o que esperar da bebida. 

Vale ressaltar que não existe uma hierarquia baseada em qualidade. A questão consiste em compreendê-las de acordo com o estilo de vinho produzido em cada uma. Considerando características de cada terroir e a legislação específica da AC.

As principais sub-regiões geográficas de Bordeaux:

  • Entre-Deux-Mers
  • Bas-Médoc (Médoc
  • Saint-Émilion Loupiac
  • Haut-Médoc
  • Pomerol
  • Saint-Croix-du-Mont
  • Pessac-Léognan
  • Lalande-de-Pomerol
  • Cadillac
  • Graves Fronsac e Canon-Fronsac
  • Côtes de Bordeaux St. Macaire
  • Sauternes e Barsac
  • Côtes de Blaye
  • Premières Côtes de Bordeaux
  • Cérons Côtes de Castillon
  • Côtes de Franc
  • Côtes de Bourg

Vamos falar um pouco da História da região de Bordeaux

O primeiro produtor de vinhos de Bordeaux foi o poeta Décimo Magno Ausônio, ele viveu aproximadamente entre os anos 310 e 395. Registros indicam que na mesma época a viticultura teria se consolidado na região. 

Depois da queda do Império Romano, Bordeaux acabou passando um tempo esquecida. Sua retomada aconteceu durante o reinado de Carlos Magno, pelo seu interesse em Fronsac.

A partir do século XI a demanda por vinho se intensificou e novo porto de La Rochelle, ao norte Bordeaux, trouxe riqueza para a região, aumentando a produção de vinhos. 

No século XVII os pântanos de Médoc foram drenados, criando a base para o plantio de vinhedos e a produção dos vinhos finos bordaleses. No século XVIII, os tintos de Bordeaux passam a ter maior densidade, forma que ficou conhecida até os dias de hoje.

Como a geografia de Bordeaux influencia a produção de vinhos

Os rios Dordogne e Garonne se encontram e formam o estuário do Gironde, dividindo os vinhedos de Bordeaux em três áreas. A oeste e ao sul estão os distritos de Médoc, Graves e Sauternes, a “Margem Esquerda”.  A vasta área entre Dordogne e Garonne é chamada de Entre-Deux-Mers (“entre dois mares”). Por fim, os principais distritos ao norte e a leste dos dois rios são Libournais, Bourg e Blaye, são a “Margem Direita”.

Os vinhedos de Bordeaux são, em sua maioria, planos e de baixa altitude. Com solos bem drenados, além de tudo, a composição desse solo apresenta variações, conforme a localização. E aí surgem as diferenças entre os vinhos de cada “margem”.

Margem Esquerda

Cabernet Sauvignon é a uva que se destaca na Margem Esquerda

Na Margem Esquerda está Médoc, que se divide em Haut-Médoc e Bas-Médoc. 

Haut-Médoc, tem diversas sub-regiões: Saint-Éstèphe, Pauillac, Saint-Julien e Margaux. Ali também fica Graves e suas sub-regiões: Pessac-Léognan, Sauternes, entre outras.

Nessas regiões predominam solos arenosos misturados com cascalho graúdo e pedregulhos, chamados de graves. Eles ajudam a refletir o calor do ambiente para o vinhedo, elevando as temperaturas, favorecendo o amadurecimento da fruta, ideal para cepas como a Cabernet Sauvignon.

Na Margem Esquerda, os tintos de melhor qualidade são produzidos em Haut-Médoc e Pessac-Léognan, justamente vinhedos dominados por Cabernet Sauvignon.

São vinhos estruturados, com taninos firmes e boa acidez, além de ótima base concentrada de groselha, com notas de carvalho.

Margem Direita

Ao se tratar da Margem Direita usa-se, além do cascalho, também areia, argila e calcário. Por possuir regiões com clima mais ameno, as estratégias de reflexão do calor mudam.

A Merlot é a cepa mais cultivada em Bordeaux, tornado ela a uva predominante dos tintos da margem direita.

São vinhos de bom corpo e taninos moderados, com amadurecimento mais rápido do que os que têm maior porcentagem de Cabernet Sauvignon na composição.

A maioria dos brancos de Bordeaux são produzidos a partir de um blend. Por conta da instabilidade do clima, em especial à umidade e regime de chuvas, é arriscado investir em uma única variedade de uva.

De fato, são 13 variedades permitidas na AOC, delas, podemos destacar três tintas e duas brancas: Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot, para as tintas; e Sémillon e Sauvignon Blanc, para as brancas. 

As diferenças de estilo entre as margens

As duas margens produzem vinhos com ótima capacidade de envelhecimento, com os vinhos da margem direita, pela maior ­­­porcentagem de Merlot, são mais sedutores e fáceis de entender, sobretudo quando jovens.

Enquanto os vinhos da margem esquerda são menos exuberantes, porém mais austeros, profundos, com notas minerais. Para tal, eles exigem um tempo maior para ser totalmente atingido.

Os vinhos da margem direita mostram frutas mais negras e madurez mais evidentes, além de taninos de textura fina e sedosa. Já os da esquerda têm tons frutados contidos, evidenciando acidez e taninos macios com textura um tanto mais granulada.

Classificação de Saint-Émilion e chegamos ao nosso incrível Pavillon du Glana

Em Saint-Émilion foi criada sua própria classificação. Sucinta, ela divide os vinhos em duas divisões principais. Uma voltada aos vinhos mais suaves, outra para os sabores robustos e acentuados. 

Nesse sentido, os vinhos de Saint-Julien são famosos pela elegância feminina dos vinhos Margaux e a força dos vinhos Pauillac. Assim podemos dizer que o Pavillon du Glana traz o que há de melhor em um blend de Merlot, Cabernet Sauvignon e Cabernet Franc.

Produzido na região de Bordeaux pela Château du Glana, de cor vermelha intensa, com reflexos violeta, traz uma beleza estética prazerosa.

O Pavillon du Glana é macio e suave, possui um leve toque picante, termina com delicado toque de madeira. Trata-se de um tinto gastronômico, com taninos robustos e uma nota importante de fruta preta. O que dá ao vinho equilíbrio interessante.

Palavras finais sobre o Vinho Pavillon du Glana

Depois desse contexto você já tem todas as informações para selecionar seus vinhos com base na região de Bordeaux. O Pavillon du Glana une o que há de melhor nos dois estilos de vinhos, por possuir características doces marcantes, sem abrir mão da robustez de um vinho complexo.

Você já provou o Pavillon du Glana? Conte-nos nos comentários da publicação. 

Agradecemos a sua leitura e até a próxima.