Edição Especial Génese do Baco

Em celebração ao centenário, a Herdade Grande fundiu vinho e arte e lançou uma homenagem à herança da viticultura alentejana. Assim nasceu a edição especial Génese do Baco, com exclusiva caixa de seis garrafas que apresenta uma pintura com o mesmo nome, da autoria do artista António Saiote.

Trata-se de uma edição única de 500 caixas, de seis garrafas, um produto de coleção lançado para fechar a celebração do centenário da Herdade Grande, assinalado em 2020. Cada caixa expressa, na própria madeira e em cada uma das seis garrafas, uma pintura a óleo. Mas, aqui na Lovino, você encontra o Vinho Génese do Baco de Herdade Grande em garrafa unitária.

“O Génese de Baco é um vinho de edição especial que apresentamos como um sentido tributo ao nosso centenário. Assim homenageamos a herança da viticultura antiga alentejana, inspirados pela pintura a óleo do artista e nosso bom amigo António Saiote, um apaixonado pelo Alentejo a quem só podemos agradecer a amizade e a honra de connosco partilhar a sua arte. É um privilégio podermos honrar, desta forma, a nossa região, o nosso centenário, o trabalho da terra e o que a terra nos dá”, afirma António Lança, proprietário da Herdade Grande.

O vinho, um Grande Reserva da colheita de 2014, apresenta um lote de identidade tipicamente alentejana (Aragonez, Trincadeira e Alicante Bouschet), com estágio de 12 meses em barricas de carvalho francês e cinco anos de evolução em garrafa.

António Lança e António Saiote são viticultores e amigos de longa data. Conheceram-se há 40 anos, precisamente em resultado da atividade profissional.

“Como alentejano, pintor naturalista e agrónomo de profissão tento, nas telas, manter vivas as tradições do nosso Alentejo. A tela escolhida para assinalar o centenário da Herdade Grande é um convite a rever um longo percurso de trabalho árduo, que foi preciso percorrer para se atingir a excelência do vinho que se apresenta. E na qual se pretende que os olhares possam sentir a dureza da sacha necessária para robustecer as cepas, as uvas que espreitam nos cachos, os tons quentes das uvas maduras, os carregadores vergados ao calor do sol, a alegria na pisa da uva que irá dar origem ao delicioso néctar e, sobretudo, a persistência do homem de mãos dadas com o divino”, afirma António Saiote.

Segundo o enólogo da Herdade Grande, Diogo Lopes, “mostra distinção dos grandes vinhos alentejanos. É um tinto que proporciona já uma excelente prova, mas é igualmente um produto de coleção, ideal para guarda e valorização em garrafa. Apresenta a tradicional fruta madura alentejana, taninos firmes e um final longo e persistente, num vinho que vai crescer em garrafa, surpreendendo com novas camadas de complexidade”, afirma.

Nota de Prova | Génese do Baco Grande Reserva 2014: “Aromas mentolados e balsâmicos. Na boca evidencia toda a fruta madura típica do Alentejo. É um vinho de taninos firmes, com um final muito elegante, longo e persistente, num perfil marcadamente alentejano”.

Herdade Grande

Numa das mais emblemáticas propriedades alentejanas, conhecida como Herdade Grande e localizada na sub-região única que é a Vidigueira, Portugal. Uma família partilha a sua paixão há quatro gerações: honrar o que de mais genuíno a terra lhe oferece. Uma história centenária.

Herdade Grande Gerações
Herdade Grande Gerações 2

Vidigueira é sinônimo de singularidade. As amplitudes térmicas elevadas juntam-se os solos pobres marcadamente xistosos. São condições únicas para a produção de vinhos de elegância.

Garanta essa exclusividade de guarda, só aqui na Lovino!

Logo HerdadeGrande

Existe uma certa confusão quando nós falamos sobre os vinhos verdes. Algumas pessoas acreditam que eles se tratam, como o nome sugere, de vinhos apenas com a coloração verde. Será verdade?

Como nós sabemos, os vinhos são separados em algumas categorias específicas, sendo as mais conhecidas: vinho branco, tinto, rosado e espumante. Mas será que os vinhos verdes também se encaixam nesse conceito? Eles são apenas outra categoria?

Na verdade, não! Por incrível que pareça, os vinhos verdes não são denominados assim graças a cor do seu líquido. Essa é apenas uma coincidência ocasionada pela fama que alguns vinhos adquiriram. Para sanar de uma vez por todas essas dúvidas, hoje vamos explicar o que são os vinhos verdes.

Como é produzido um vinho verde?

Vinhos verdes são como os vinhos do Porto, a sua nomenclatura está relacionada a região onde o vinho é produzido. Ou seja, um vinho verde pode ser branco, tinto, rosado e ou espumante.

Sendo assim, todo vinho verde deve ser produzido na região do Minho, na parte Norte de Portugal, para os mais clássicos. Essa região é subdividida em algumas áreas, entre elas as regiões de Melgaço e Monção, que são responsáveis pelos melhores vinhos verdes do mundo.

A importância do vinho verde para a cultura portuguesa é tamanha que em 1908 a região do Minho foi declarada Região dos Vinhos Verdes.

É importante dizer: algumas regiões da Espanha, fronteiriças a região do Minho, também são produtoras de vinhos verdes, então é possível encontrar rótulos de vinhos verdes espanhóis.

Quais são as uvas dos vinhos verdes mais famosas?

Graças ao clima e às especificidades da região do Minho nasceu lá uma das uvas brancas mais famosas, denominada Alvarinho. A uva Alvarinho é utilizada na produção dos melhores rótulos de vinhos verdes. Contudo, outras uvas também podem ser usadas, normalmente blends de uvas regionais.

Algo não dá para negar, o mercado de vinhos verdes – como dissemos, denominados assim por conta da região – está dominado por vinhos de coloração clara, variando entre o amarelo palha e o branco. O que ajuda a difundir a opinião errônea de que a denominação é dada graças ao aspecto da bebida.

Além da Alvarinho, outras uvas brancas também são bastante utilizadas para a produção dos vinhos verdes: a Arinto, Azal, Trajadura e a Loureiro. Todas elas produzem excelentes vinhos verdes.

Quais são as características do vinho verde?

O que faz o vinho verde ser tão especial em relação aos outros vinhos?! Graças as condições de terroir e ao clima, as uvas produzidas na Região dos Vinhos Verdes possuem um nível de acidez muito elevado, se comparado aos outros vinhos.

E é justamente essa acidez acentuada que garantiu uma fama maior aos vinhos verdes brancos em relação aos vinhos verdes tintos. Pois, em geral, os vinhos tintos são procurados por pessoas que preferem uma acidez mais controlada.

Em contrapartida, os vinhos verdes são conhecidos por possuírem baixos níveis de açúcar residual, e níveis moderados de teor alcoólico.

É importante salientar que, ao contrário do que se pensa, os vinhos verdes não são produtos sem complexidade. É possível encontrar rótulos de vinhos verdes tão ou mais complexos do que um bom vinho tinto de guarda.

Melhores acompanhamentos para os vinhos verdes

Vinhos verdes são vinhos refrescantes, mesmo com a alta acidez. Muito indicados para o consumo no verão e em climas quentes. Portanto, o seu consumo deve ser acompanhado de comidas leves.

Queijos, frutos do mar e frutas são bem-vindos, desde de que todas as refeições de um vinho verde sejam leves e sem a presença de teores elevados de gordura. O vinho verde pode até mesmo tomar o lugar da cerveja em uma reunião informal.

Gostou das nossas dicas ou ficou com dúvidas sobre os vinhos verdes? Entre em contato conosco, estamos disponíveis para lhe ajudar a escolher o rótulo ideal.

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