A história do grupo Faustino não é a história de uma empresa, é a história de uma família. Uma família que, de geração em geração, dedicou sua vida à vinhos, vinhedos e bodegas. São quatro sucessões nutrindo o mesmo sentimento, a paixão pela terra e por coisas bem feitas. São 150 anos de experiência na produção e envelhecimento de vinhos de alta qualidade. Uma tradição que se adaptou às mudanças de época, acompanhando as inovações e, assim como os seus vinhos, a cada ano se tornando ainda melhor em qualidade.

ERA UMA VEZ…

Toda história tem uma origem e essa iniciou com Eleuterio Martínez Arzok, um homem do seu tempo, com espírito empreendedor e visão de futuro, que, mesmo sem saber as dimensões de seu ato, teve audácia de começar uma aventura familiar. Em 1861, Eleuterio se estabeleceu em Oyón, na Espanha. Comprou uma casa e uma vinha, conhecidos como palácio Marqués del Puerto, em pouco tempo tornou-se sua paixão. Um século e meio depois e essa paixão permanece viva, hoje ela é o legado de toda a sua família. Quem poderia dizer que, 150 anos depois, este amor se tornaria em um dos maiores grupos produtores de vinho da Espanha?

DE GERAÇÃO EM GERAÇÃO

Faustino Martínez Pérez de Albéniz, filho de Eleuterio, desde pequeno acompanhou o trabalho do pai na vinha e na adega. Assistiu ao pai construir seu vinhedo, perder tudo para pragas e depois se reconstruir, esperando pacientemente e voltando ao trabalho, essas experiências serviram de inspiração. Em 1920, com a morte do seu pai, Faustino toma as rédeas da empresa. Em 1930, ele tomou uma decisão crucial para o Grupo ser o que é hoje: abandonou a venda de vinho a granel e engarrafou toda a produção. Vender garrafas significa criar uma marca e é assim que surgem os primeiros rótulos da casa: Viña Parrita, Santana, FAMAR e Campillo.

DA ESPANHA PARA O MUNDO

Representada por Julio Faustino Martínez, filho único com formação em enologia, a terceira geração entra em cena. O instinto e a paixão passados de pai para filho fazem o jovem entrar no mercado internacional com um primeiro passo determinador. Em 1957, garrafas de seus vinhos chegam na Áustria e a vinícola inicia sua expansão internacional com sua primeira exportação. Em 1960, para homenagear o pai, Julio enraíza a história da marca e a batiza com o nome de Grupo Faustino.

Em 1968, uma grande safra de 64 é lançada, o mundo conhece as primeiras garrafas do Faustino I, um rótulo emblemático que transfere junto ao seu sabor, toda a história de vida dessa família. Nos anos seguintes, o empreendedor se dedicou a mais um dos seus projetos pessoais, o sonho de construir mais adegas e consolidar o futuro da família com vinhedos em diferentes regiões. Em 1990 é inaugurada a Bodega Campillo, em Laguardia, um do vilarejos mais lindos de La Rioja Alavesa. Ao estilo dos castelos Bordeaux, a bodega é um marco arquitetônico cercado por 50 hectares das melhores videira.

OS ÚLTIMOS 25 ANOS DE HISTÓRIA

Marcados pela presença em diferentes áreas estratégicas, pouco a pouco o Grupo Faustino foi estabelecendo suas garras. Em 1995, a vinícola Marqués de Vitória foi incorporada em La Rioja; 1996 compram os primeiros vinhedos em Ribera del Duero; em 1999 inaugura a Bodega Condessa de Leganza, em La Mancha; e em 2001 mais uma em Valcarlos, em Navarra.

Os vinhedos de Ribera del Duero tomam forma e em 2010 é inaugurado o mais recente e marcante projeto do Grupo Faustino, a Bodega Portia. Em um prédio espetacular, uma exibição arquitetônica contemporânea, ao mesmo tempo funcional e simbólica. Portia, a sétima bodega do grupo, reflete como nenhuma outra adega a particularidade que diferencia Faustino: a vibrante inovação que está presente em todas as suas atividade, além do amor por oferecer o melhor.

Atualmente a marca está presente em mais de 90 países, tendo 60% de toda produção direcionadas à exportação, traçando um caminho em que não há fronteira. Em sua quarta geração, Lourdes Martínez Zabala, conselheira do Grupo Faustino, está à frente da empresa familiar que começou com seu bisavô. E, ao lado de todos seus antecessores, compartilha paixão por produzir vinhos que refletem o amor pela terra, a tradição e o diálogo com o mundo.