Aproveite a estação mais fria do ano para degustar pratos quentes combinados com a ‘bebida dos deuses’

A temperatura mais fria do ano traz seus encantos. Um degustador nato de vinho sabe aproveitar cada estação e tirar dela as mais perfeitas, enigmáticas e sofisticadas combinações. O inverno aguça ainda mais o paladar e faz um convite para que a ‘bebida dos deuses’ harmonize com pratos típicos da estação.

A gastronomia é riquíssima na elaboração de pratos que conseguem aquecer o corpo com tantos sabores. Alguns alimentos são de ‘comer com os olhos’ – afinal uma boa apresentação já instiga o interesse em provar o prato. Contudo, a refeição pode ficar ainda mais atrativa quando vem acompanhada de um vinho de qualidade.

Com tanta diversidade de pratos – que são mais degustados nos dias com baixas temperaturas – vem também o desafio em fazer com que a harmonização sraeja perfeita. Existem pratos que são mais fáceis para encontrar o vinho ideal e deixar o paladar aveludado, porém, os amantes da bebida podem encontrar um cenário mais desafiador quando o assunto é harmonizar vinho e sopa.

O DILEMA DAS SOPAS

Nos dias em que as baixas temperaturas são as precursoras de frio intenso, um prato de sopa é uma excelente opção para aquecer, afinal é quente, é acolhedor, é reconfortante e consegue dar um toque especial à estação. Quem não dispensa um vinho e gosta de harmonizá-lo com tudo, eis que surge uma questão: é possível harmonizar a bebida com um prato de sopa bem quentinho? Essa combinação pode dar certo? Será que existem tipos de sopas e tipos de vinho que harmonizam?

De maneira geral, para a maioria é sempre um desafio fazer com que aconteça a harmonização entre a sopa e o vinho. Essa ‘dificuldade’ acontece porque como o prato é servido com temperatura elevada e devido sua textura acaba gerando uma ‘incompatibilidade’ em relação ao rótulo do vinho. Por isso, o cuidado, para que não aconteça de vinhos mais complexos, mais delicados, mas sofisticados, acabam se perdendo entre uma colherada e outra de uma sopa extremamente quente.

PAIXÃO PELOS TINTOS

Se você é daqueles que primeiro escolhe o vinho – tem como preferência os rótulos tintos – e depois define qual será o prato principal, temos algumas dicas para a harmonização ficar ainda mais satisfatória. A primeira delas é optar por um vinho que tenha boa presença em boca, ou seja, aqueles exemplares que sejam frutados, com algum toque de frescor, com taninos macios.

Os rótulos que possuem notas frutadas, com caules e sementes, tendem a prover uma harmonização mais intensa entre a bebida e as colheradas da sopa. Nesses vinhos, os taninos vêm na casca das uvas, nas sementes e, até mesmo, na casca do carvalho da barrica. Elaborados com uma uva mais encorpada, uma possibilidade é harmonizar um Cabernet Franc. As opções são diversas e, claro, que vale dar preferência ao seu rótulo predileto, mas sem deixar de lado estar disponível para experimentar novos exemplares e suas harmonizações.

OS BRANCO TÊM SEUS ENCANTOS

Os rótulos brancos não perdem espaço no período do inverno. Contudo, são os tintos os consumidos com mais periodicidade diante das baixas temperaturas. Os vinhos brancos nunca perdem seus encantos. Nessa estação do ano, eles podem harmonizar com perfeição com pratos como um fondue de queijo, ou um caldo branco, por exemplo.

Um bom palpite é apreciar essa refeição com um exemplar de vinho branco elaborado com a uva Chardonnay. Escolha um rótulo que não seja muito amadeirado. Uma dica é acertar na temperatura da bebida. O vinho deve ser servido em uma temperatura entre 8 e 12 graus celsius.

TIPICAMENTE BRASILEIRO

Para quem é louco por uma feijoada, a dica é apostar naquele famoso caldinho de feijão bem cremoso. O prato não contém todos os ingredientes de uma verdadeira feijoada, mas atende muito bem as expectativas daqueles que querem harmonizar um prato quente, que tem como base esse grão, com um excelente vinho.

O caldo cremoso de feijão pode ser picante, com alho torrado por cima – o que deixa o prato ainda mais apetitoso – possuir textura e sabor marcantemente salgado – mas não fora do ponto. As características desse caldo devem ser levadas em consideração para que a harmonização – entre o prato e a bebida – seja um sucesso.

Uma dica para que a refeição seja perfeita é escolher rótulos finos para harmonizar. Que tal degustar um prato de caldo cremoso de feijão com um Carménère? Esse exemplar é um vinho de boa acidez e sabor discreto, isso faz com que ele possa ser o par ideal não somente para esse tipo de creme, mas também para uma série de pratos que têm características picantes e salgadas.

CALDOS VERDES 

Os caldos verdes geralmente são cremosos e levam na receita ingredientes como batatas, couves, entre outros vegetais com caule macio ou maleável. Essas combinações deixam o caldo encorpado, por isso, a dica é apostar nos rótulos frutados, mas não aqueles com paladar marcante.

Um Quinta do Santar Sobral pode ser a combinação perfeita se o prato principal é um caldo verde. Esse exemplar tem corpo médio, além disso, possui aromas levemente frutados. É interessante estar atento ao teor alcoólico, pois quando é muito elevado tende a não harmonizar com delicadeza com o prato.

MAMMA MIA!

Os apaixonados por massas não dispensam uma sopa ‘recheada’ com essas delícias. Entre as mais apreciadas estão as sopas de capeletti – aquelas pequenas almofadinhas com recheios variados sendo feitos de uma massa originária da região de Emilia-Romagna na Itália. A maioria das receitas contempla a massa como ingrediente principal atrelado com outras especiarias e ingredientes especiais.

Como harmonizar a popularmente sopa conhecida como capeletti in brodo? O prato é delicioso e vai combinar muito bem um rótulo de tinto. As escolhas que irão deixar o momento mais agradável envolvem os vinhos com elaboração das uvas Malbec ou Cabernet Sauvignon.

BOM APETITE!

Se o desejo é harmonizar sopa e vinho, faça acontecer! Arrisque e teste seus palpites, pois, às vezes, aquilo que parece ‘loucura’ pode resultar em uma emocionante experiência. O inverno – com suas baixíssimas temperaturas – faz um convite para apreciar uma refeição caprichada, na companhia de um excelente vinho e com as pessoas mais queridas. Aproveite a estação e bom apetite!

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Não é novidade que cada tipo de vinho tem suas particularidades. Com notas e aromas únicos, os exemplares ganham o paladar dos ‘amantes’ brasileiros. Quem já conhece o ‘caminho das uvas’, há algum tempo, já tem as escolhas definidas, mas como já sabe os encantos dessa bebida dos deuses e, sempre que possível, experimentar viver novas experiências com rótulos nunca provados.

Já aqueles que estão iniciando agora nesse fascinante universo dos vinhos e das uvas, é interessante experimentar sem resistência cada taça. Afinal, o brasileiro não desiste nunca e diante de uma escolha que, talvez, não tenha agradado o paladar logo no primeiro contato, deve estar aberto às possibilidades e se permitir conhecer o novo.

Com recordes de vendas nos últimos dois anos, cada vez mais, o vinho tem ganhado espaço no mercado e vira tendência entre os brasileiros. Seja para acompanhar um jantar romântico, festejar uma conquista ou ser o ‘ator principal’ de um happy hour com os amigos, essa bebida no cenário brasileiro é classificada como um mercado em crescimento pujante. 

DOS TINTOS, AOS BRANCOS, COM ESPAÇO PARA OS ROSÉS

Cada amante da bebida tem suas preferências, contudo, alguns exemplares são os queridinhos da maioria e ganham cada vez mais espaço. Uma pesquisa realizada, no ano de 2021, pela Wine Intelligence Global Compass Classification – ranking de referência que identifica os mercados mais atraentes para o vinho em contexto mundial – aponta que os vinhos tintos representam 92% da preferência nacional. O brasileiro gosta de colocar na taça aqueles com variações nas cores púrpura até os tons vermelhos profundos terrosos, que passam pelo rubí, grená e outras variações.

Depois dos encantos dos tintos, os filhos da nação verde/amarelo se deixam levar pela gama de vinhos brancos com 45% de apreciadores. Segundo a pesquisa da Wine Intelligence Global Compass Classification, em 2021, ganhou força uma ‘nova geração’, aquela dos degustadores dos rosés que tiveram crescimento de 30%.

A sequência segue um ‘padrão’ internacional; não que a preferência por determinados tipos de vinhos seja algo unânime, pois também varia de acordo com as tradições e culturas de cada país. Mas de maneira ampla a escolha da maioria dos apreciadores da bebida segue a sequência dos tintos, secos, espumantes e rosés.

AS RAINHAS DOS VINHEDOS

As uvas mais consumidas no Brasil:

  1. Malbec
  2. Cabernet Sauvignon
  3. Merlot
  4. Chardonnay

Um dos segredos dos vinhos é o tipo de uva utilizada para seu preparo. As rainhas dos vinhedos, sem dúvida, são os ingredientes principais, contudo, o solo, o clima, a maturação e os diversos fatores externos, e é claro, as notas peculiares e as especiarias acrescentadas têm o poder de deixar cada bebida única.

Para o paladar dos brasileiros, são as uvas Malbec que usam a coroa de ouro. Dados da pesquisa da Wine Intelligence Global Compass Classification apontam que 45% dos degustadores do Brasil escolhem vinhos feitos com essa qualidade do fruto.

O estudo ainda apresenta empate técnico entre a Cabernet Sauvignon e a Merlot – ambas conquistaram 44% do paladar brasileiro como mais consumidas. A Chardonnay também integra o topo. Essas escolhas podem ser justificadas devido serem uvas muito conhecidas, inclusive pelos iniciantes que ainda estão nas primeiras aventuras de degustação desta bebida dos deuses.

OS ENIGMAS DE CADA PAÍS

Os vinhos mais tomados no Brasil por região:

  1. Argentina
  2. Chile
  3. Itália
  4. França
  5. Espanha
  6. Uruguai

Outro dado interessante da pesquisa é sobre os vinhos importados. Essas produções representam 34% da lista dos escolhidos e consumidos no país. São os vinhos chinelos que lideram a preferência dos apreciadores do Brasil.

Em segundo lugar estão os exemplares de nossos hermanos – já que as rixas são apenas no campo de futebol – porque quando o assunto é vinho, os argentinos ganham o coração, ou melhor, o paladar dos brasileiros. As combinações de sabores frutados e macios ao paladar que são encontradas nos rótulos chilenos e argentinos são, demasiadamente, apreciados pelos brasileiros. A lista segue com produções da Itália, da França, da Espanha e do Uruguai.

TOP DEZ: CADA UM COM SEUS ENCANTOS

1° Gaspari Syrah

Vinho tinto de coloração intensa em tom rubi; contém notas de frutas vermelhas e leve aroma de baunilha. Ele é encorpado com taninos redondos e profundos.

2° La Flor de Pulenta Sauvignon Blanc

Esse vinho combina com o clima tropical do Brasil, pois é aromatico, com notas de maracujá e abacaxi, ele é recomendado para ser apreciado em dias quentes. Essa produção da uva Sauvignon Blanc resulta em um vinho de coloração amarelo esverdeado.

3° Los Riscos, Chardonnay 

Um vinho branco produzido no Chile com amargor leve de cascas e amêndoas, cremoso e com aroma de maracujá. Esse rótulo tem corpo mediano e harmoniza delicadamente com massas e frutos do mar como camarões ou peixes.

4° Benjamin Nieto Suave

Um exemplar argentino de sabor adocicado, indicado para os iniciantes do fantástico mundos vinhos. Com cor rosada e de brilho intenso, possui aroma de frutas e consegue equilibrar um toque de acidez e dulçor.

5° Espumante Casa Perini Moscatel

Quer uma bebida para marcar aquela celebração especial? A dica é apostar em uma das opções mais escolhidas: esse espumante que é um dos mais premiados do país. Com coloração amarelada e reflexos de prata, ele possui aroma que persiste por um longo tempo no paladar. Além disso, possui notas florais e frutadas e florais.

6° Miolo Seleção Rosé

Feito com a base principal de uvas Cabernet Sauvignon, esse exemplar é leve e refrescante. É uma bebida com aroma de frutas vermelhas como a cereja, além disso, tem sabor macio na boca e possui coloração rosada.

7° Vinho Tinto Merlot Pinotage

Esse vinho é resultado da combinação das uvas Merlot e Pinot. Ele possui notas de frutas vermelhas como a ameixa e o morango. É um dos exemplares que contém o mais elevado teor alcóolico, sendo de aproximadamente 14%, por isso, deve ser apreciado com moderação. 

8° Vinho Pata Negra Oro Tempranillo

As notas de caramelo harmonizam com massas e molho vermelho. De cor rubi violeta, o Vinho Pata Negra Oro Tempranillo tem aroma de cacau e frutas maduras resulta em uma bebida jovem que precisa de apenas seis meses de envelhecimento em barrica. 

9º Mont´arquato Cabernet Sauvignon Barbera Blend

Vinho italiano com ótimo custo-benefício, o vinho Mont´arquato é um dos vinhos secos mais procurados de 2020. Com o uso de uvas Cabernet Sauvignon, este vinho é bastante equilibrado, harmonizando perfeitamente com carnes, massas e aves. A cor é um rubi com traços violetas e convidativo para ser degustado em dias especiais.

10° Quinta de Bons Ventos Tinto

Com aroma de frutas vermelhas, esse exemplar produzido em Portugal possui notas amadeiradas, além de ter um toque de pimenta negra. O Quinta de Bons Ventos Tinto, coloração rubi intensa, é encorpado de taninos marcantes.

Vale destacar que a lista dos vinhos mais consumidos no Brasil pode mudar de acordo com o tempo.  O que é verídico e não vai mudar é que a bebida dos deuses, cada vez mais, ocupa as taças dos brasileiros.   

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Lovino é a única importadora do mundo que trabalha com essa linha exclusiva

A vinícola Poggio Rubino é a responsável pela produção de um dos melhores Brunellos da Itália. Tudo começa com a paixão pelo vinho, aliada as tradições familiares – que fazem parte da marca dessa esplêndida vinícola – em um local encantador: Montalcino, uma charmosa cidade medieval da Toscana. 

VINHO POGGIO RUBINO BRUNELLO DÍ MONTALCINO

Todos esses elementos resultam em vinhos Brunellos que promovem uma viagem no tempo. Uma experiência excepcional ao possuir aromas com complexidade, ao apresentar notas frutas vermelhas e negras, especiarias, flores, ervas secas e outras variações dependendo do rótulo.

A envolvente experiência continua no paladar quando, ao tocar os lábios, um Brunello da Poggio Rubino pode trazer taninos acentuados e acidez. As produções dessa conceituada vinícola conseguem fazer com que os amantes da ‘bebida dos deuses’ atravessar oceanos.

Mesmo sem nunca ter colocado os pés na Itália quem aprecia um rótulo da tradicional vinícola familiar Poggio Rubino tem a sensação de visitar a histórica Toscana com a produção de Brunello; as encostas das colinas de Piemont ao saborear um Barolo e as províncias de Veneto com a elaboração do Amarone.

O Brunello é considerado a bebida de ‘ouro de Montalcino’. Mas como pode levar a fama de ouro em tom marrom? Brunello é o diminuitivo de ‘Bruno’ – nome masculino que significa marrom. Quase que um trocadilho, uma brincadeira com os nomes e seus significados, pois os vinhos mais velhos tendem a ter tons mais amarronzados.

EXCLUSIVIDADE, AFINAL CADA AMANTE É ÚNICO

Com tanta paixão envolvida nos vinhedos de Montalcino, na colheita da uva Sangiovese, na produção do Brunello, fez com que a Lovino também fizesse parte desse caminho. Não basta trazer exemplares nobres, tem que ser os melhores.

A Lovino reconhece que cada experiência é única, por isso, é preciso investir em exclusividades e atender as expectativas de cada apaixonado pela bebida. Graças a amizade os diretores da Lovino e um dos donos da vinícola Poggio Rubino, Edward Corsi, hoje, somos a única importadora do mundo que trabalha com essa linha exclusiva.

Vinícola Poggio Rubino: a tradição familiar cultivada no melhor Brunello di Montalcino

Edward Corsi aprendeu tudo sobre a produção de Brunello com o melhor produtor da Itália, o conceituado Franco Biond Santi. Ele é um ícone quando o assunto é a elaboração de Brunello. Essa figura mítica entrou para a história e foi eleito mundialmente como o melhor produtor de Brunello ao entregar o emblemático Vinho Biond Santi.

Os ensinamentos desse fiel e grandioso ‘guardião’ das tradições inalteráveis do Brunello di Montalcino são seguidos cuidadosamente e, em cada detalhe, pelos idealizadores da vinícola Poggio Rubino. Manter as tradições, aproveitar as riquezas naturais respeitando a terra e cultivar a essência da bebida integra a missão e o dom de fazer vinho, isso de forma que, a cada garrafa, seja possível ‘degustar’ todos os processos e elementos utilizados na produção.

DE UMA EM UVA

Essa iniciativa familiar foi a concretização de um sonho. A vinícola Poggio Rubino é dirigida por dois jovens empresários: Alessandra Marzocchi e Edward Corsi. Essa dupla moldou com cuidado e delicadeza cada centímetro do vinhedo, cada peça escolhida para compor a linha de produção, cada pedaço da terra que tem a finalidade de cultivar os frutos, que se transformam em líquido, que levam um pouco da Itália, da história, de momentos únicos para os mais variados cantos do mundo.

Tudo começou na década de 90, mais precisamente no ano de 1997, quando Edward comprou um pequeno terreno. Ele contou com a ajuda de sua avó e aproveitou a oportunidade que o Consórcio de Brunello ofertou aos jovens produtores para cultivar 1,5 hectare de terra para a produção de Brunello di Montalcino e meio hectare para Rosso di Montalcino – isso permitiu iniciar a própria produção, além de revitalizar o antigo vinhedo Campo del Prete. Confira mais sobre essa história.

Poggio Rubino: Uma das melhores vinícolas de Brunello da Itália.

VINHEDOS QUE APAIXONAM

A paixão expandiu com a união com Alessandra, agrônoma com experiência na região de Chianti Classico. Foi o amor que como um vinhedo passou a irradiar mais vida, mais aroma, mais sabor e selar os anseios de unir sonhos e transformá-los em realidade.

Na deslumbrante paisagem de Montalcino, Alessandra e Edward contaram com diversas mãos para iniciar os trabalhos de formação da vinícola Poggio Rubino. O agrônomo Massimo Achilli e o enólogo Fabio Signorini foram profissionais que tiveram um papel central na otimização da gestão das uvas e a sua transformação. Eles auxiliaram os empresários a traçar um caminho eficiente, seguro e perspicaz para que a produção das bebidas pudesse dar certo.

Vinícola Poggio Rubino: a tradição familiar cultivada no melhor Brunello di Montalcino

UMA VINÍCOLA CLÁSSICA

Os vinhos produzidos pela Poggio Rubino são de caráter único, de produção baixa – o que reforça a particularidade de cada rótulo, afinal produzir um dos melhores Brunellos do mundo é preciso exclusividade. Cada exemplar que sai das barricas dessa vinícola recebe métodos clássicos de vinificação, com 100% da uva sangiovese, entregando a máxima essência do seu território.  

Rosso di Montalcino, Brunello di Montalcino, espumante rosé, grappa de Brunello, Brandy e azeite extravirgem integram a produção dessa vinícola. Se os ‘vinhedos pudessem falar’, certamente, ouviríamos histórias de como foi semeado o início desse empreendimento de sucesso. Se as barricas da vinícola tivessem vida, elas poderiam contar com detalhes como é ‘proteger’ os vinhos antes de cada garrafa tomar o seu destino.

Quer saborear um dos melhores Brunellos? Aquele produzido cuidadosamente por mãos que respeitam a terra, que cultivam o vinhedo com carinho, que sabem usar os ‘segredos’ da uva? Um Brunello di Montalcino pode te levar em uma viagem de sensações.

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Um universo de sabores para deixar o paladar enlouquecer. Um fascinante mundo de fermentação, combinações e variações. Cada vinho tem sua história, suas particularidades e seus enigmas. Quem está no ‘início de namoro’, despertando o interesse em conhecer os detalhes de uma das bebidas mais apreciadas no planeta, vai ficar encantado com cada descoberta, cada novo conhecimento, cada vinho degustado.

A curiosidade de iniciante faz com que cada garrafa de vinho aberta traga novas experiências. Muitas dúvidas irão surgir nesse início de descobertas. Quando estamos ‘servindo as primeiras taças’ é importante, aos poucos, ir identificando os elementos que mais agradam o paladar em relação ao vinho.

Essa bebida, muito apreciada em todo mundo, carrega diversos enigmas e, por isso, tende a criar receio daqueles que estão iniciando o processo de apreciação. Não ter medo de experimentar é a porta de entrada desse ‘caminho sem volta’. Sim, ele é sem volta, porque uma vez apaixonado pelo vinho, dificilmente deixará de ser um amante dessa bebida.

O SIMPLES SOFISTICADO

Para quem entende pouco ou quase nada sobre bebidas, a degustação é a base. Sem saber o sabor do vinho, não faz muito sentido saber o tipo de uva que vai em sua composição, o período de maturação, o tempo de fermentação, entre outras particularidades de cada rótulo. 

É na degustação que se inicia o processo de análise sensorial de maneira natural, ou seja, na prática. Depois que o paladar faz esse primeiro contato todas as informações ganham sentido e passam a integrar o portfólio pessoal do novo amante dos vinhos.

A primeira garrafa pode ser de um rótulo com uma composição menos complexa para não ‘assustar o ingênuo paladar’, pois ele está aprendendo a diferenciar os sabores. Para os iniciantes, vinhos mais elaborados podem acabar em experiências desagradáveis devido à falta de conhecimento e não conseguir saborear a bebida.

A SUAVIDADE QUE ENVOLVE

Uma sugestão é iniciar com os rótulos suaves. Esses vinhos são leves, têm sabor adocicado, com aroma frutado e não dão a sensação de ‘amarrar a boca’. A dica é optar pelos rótulos elaborados com apenas uma uva, aqueles conhecidos como varietais. 

Algumas dicas: Vinho Faustino VII Blanco, Vinho Santa Ema Select Terroir Reserva Carménère, Vinho Santa Ema Select Terroir Reserva Rosé, Vinho Mendoza Heigths.

Os exemplares varietais menos complexos, mais fáceis para que o paladar possa descobrir os mistérios que eles podem trazer. Ao degustar esse tipo de vinho, o iniciante consegue, com mais facilidade, identificar as características da uva usada. Com o passar do tempo, e mais rolhas na coleção, vai ficar menos emblemático iniciar a degustação de um blend, por exemplo, visto que possui várias castas e deixar que o paladar já passe a identificar e escolher a variedade de uva que mais agrada.

A FORÇA DO TANINO

O tanino tem seus encantos, seus mistérios e seus desafios. Um iniciante pode não gostar das primeiras experiências ao provar um rótulo que a presença do tanino não é colocada com a devida sutileza. O tanino é uma substância que provoca adstringência, ou seja, deixa uma sensação de boca travada, boca seca, de que ‘lambeu madeira’. Por isso, é importante ter informação sobre o famoso tanino na hora de escolher o vinho.

A variedade de uvas brancas pode ser a escolha ideal. Isso porque elas possuem uma concentração muito baixa de tanino. Os vinhos rosés também integram a lista dos iniciantes, pois eles têm pouco tanino. Já se a escolha for por rótulos produzidos com uvas tintas a Gamay, ou a Pinot Noir – que estão entre aquelas com menos taninos. Se a escolha é, primeiramente, pela cor do vinho dentro da garrafa, a dica é ficar com aqueles mais clarinhos, quanto mais claro for o exemplar, menos tanino ele tem.

LADO A LADO

Na formação de um novo amante do vinho, é interessante ter um parâmetro de comparação. Escolher rótulos elaborados com uvas de variedade diferente ajuda nesse processo de conhecimento. Como saber se o exemplar escolhido é bom se nunca provou outro? 

Uma forma de saber se gostou ou não do vinho, a dica é fazer uma degustação comparativa. Ou seja, provar os vinhos lado a lado, dessa forma fica muito mais fácil identificar cada característica do vinho, saber o que agrada em um e no outro, determinar as preferências e, aos poucos, ao passo de cada nova descoberta saber que existe o vinho certo para cada ocasião.

vinho para iniciantes

SEM MEDO DE SER FELIZ

Cada vinho tem suas particularidades. Cada vinho tem sua história. Cada vinho tem suas combinações. Cada vinho tem seus amantes. O mundo que envolve essa bebida é tão fantástico que existe até uma ciência que se dedica a estudar, decifrar e aprimorar os conhecimentos de seus apaixonados: a enologia é a ciência que trata do vinho, da técnica de produção e da conservação dessa bebida.

Sempre que nasce um novo amante, nasce um iniciante cheio de dúvidas e curiosidades. Escolhas inseguras podem resultar em experiências desagradáveis e julgamentos precipitados. Para evitar o erro na hora de levar um vinho para casa, ou escolher a bebida em um restaurante, uma dica é buscar entendimento a respeito das características dos vinhos, saber identificar os elementos que agradam e, principalmente, aqueles que não agradam.

Leitura, troca de conhecimento com os degustadores que já têm mais experiência e a busca de informação sobre os rótulos fazem toda a diferença. Quando o iniciante começa a ler sobre a origem da uva, os países de cultivo, o clima, o tempo de maturação, o processo de produção, o tempo de armazenagem, a taça ideal para servir a bebida, a maneira de degustar, os pratos para promover a melhor harmonização forma um contexto de aproximação, de envolvimento com a bebida e quando menos se espera já é paixão, com passar do tempo, vira amor e cada um escreve a própria história cada vez que abre uma nova garrafa.

O segredo? Cada um precisa descobrir os encantos do vinho predileto. A dica é não ter medo de experimentar, assim como as paixões. Deixar cada rótulo mostrar seus enigmas, cada exemplar transparecer seus mistérios, cada vinho marcar sua história.

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Está em dúvida sobre qual rótulo escolher? Confira algumas dicas para essa noite especial

Duas taças, um vinho especial e dois corações unidos pelo amor. Os casais apaixonados merecem brindar o Dia dos Namorados com uma bebida que possa deixar a data ainda mais especial. Para esse brinde ao amor ficar inesquecível não pode faltar aquele vinho escolhido, especialmente, para essa data. 

Rosas vermelhas, músicas românticas, cheiro de romance no ar e a bebida certa formam uma combinação perfeita para enaltecer o amor. Para completar esse ambiente preparado para celebrar a paixão, sem dúvida, o vinho – e toda sua versatilidade – garante um brinde memorável e digno de ficar para sempre na memória e no coração.

Mais do que brindar a data, o vinho predileto pode ser o presente ideal para o amado ou amada. Essa bebida cheia de encantos poderá surpreender o casal ao ser servida para acompanhar o prato principal, além de combinar de maneira perfeita com a sobremesa, por exemplo, determinados tipos de chocolates.

Se você tem muitas ideias para surpreender nesse Dia dos Namorados, mas falta uma ‘pitada de sabor’ para escolher o rótulo ideal, nós temos algumas dicas especiais que, com certeza, irão agradar os diferentes paladares, proporcionar um brinde inesquecível, ficar na memória e deixar a noite ainda mais romântica entre uma taça e outra.

Confira alguns vinhos especiais para o Dia dos Namorados:

VINHO SANTA EMA GRAN RESERVA MERLOT

O vinho Santa Ema Gran Reserva Merlot é o nosso campeão de vendas. Com coloração rubi, esse rótulo também possui reflexos em púrpura, com notas florais e de frutas vermelhas (como morango e cerejas) deixa a bebida mais aromática.

O Santa Ema Gran Reserva Merlot é ainda mais versátil por conter notas doces de baunilha, chocolate e caramelo intenso, ou seja, agrada ainda mais o paladar. A combinação desse vinho resulta em uma maciez e frescor, atrelado com a sedosidade dos taninos, o que gera uma excelente estrutura e ótimo equilíbrio que agrada os mais diversos paladares. 

https://www.lovino.com.br/vinho-santa-ema-gran-reserva-merlot/p

Quer encantar seu amor com o melhor Melot do mundo? Escolha o Santa Ema Gran Reserva Merlot!

VINHO FREESOUL ROSE

O Freesoul Rose é um vinho Rosé diferente de todos os outros. O segredo do sucesso começa na vinícola, pois no esmagamento dos cachos acontece a separação imediata da casca do suco. Esse processo resulta na coloração rosada delicada e elegante do Freesoul.

O processo de fermentação alcoólica acontece durante dois a quatro meses em tonéis de inox que concedem ao vinho a leveza, a elegância e a identidade desejada. Essas particularidades fazem com o Vinho Freesoul Rosé seja uma opção muito indicada para quem aprecia vinhos tintos, mas quer variar os títulos sem migrar para os vinhos brancos.

Entre as vantagens do Vinho Freesoul Rose está também a versatilidade que permite sua harmonização com diferentes tipos de pratos de frituras, como lulas à dorê; batatas bravas (crocantes por fora e macias por dentro, servidas com molhos espanhóis); entre outros. Isso acontece porque muitos rosés apresentam características semelhantes a alguns tintos, como notas frutadas e uma versatilidade que garante combinações com uma boa variedade de pratos. Uma dica para que o brinde do Dia dos Namorados seja perfeito é servir o vinho em temperaturas mais baixas para assegurar o frescor da bebida.

VINHO ASIO OTUS VINO ROSSO ENIGMATICO

Na lista do mais apreciado pelas mulheres está o Vinho Asio Otus Vino Rosso Enigmatico. Esse rótulo é medalha de prata em vendas. Para quem não conhece, trouxemos esse exemplar da Itália – uma produção do grupo MGM Mondo Del Vino.

Basta olhar a garrafa para sentir como esse vinho é enigmático. Com uma coruja no rótulo, o Asio Otus Vino Rosso Enigmatico é inspirado na noite, nos segredos que somente a luz e as estrelas são testemunhas, no charme e na sedução que envolve um casal apaixonado. Além disso, com tonalidade rubi profunda, o vinho é ainda mais atrativo.

O Asio Otus tem o poder de promover a melhor experiência que um blend italiano Merlot, Cabernet e Shiraz pode proporcionar. Esse rótulo é versátil e combina perfeitamente um brinde especial como no Dia dos Namorados.

VINHO ASIO OTUS VINO ROSSO ENIGMATICO

VINHO NOTE BLEUE

Com coloração rosada sedutora brilhante e delicados aromas de cítricos, pêssego e flores do campo, o Note Bleue vai deixar o Dia dos Namorados ainda mais envolvente. Afinal, ele é leve e tende a ‘matar a sede’ da paixão do casal.

Esse vinho tem aparência cristalina – como o amor – e teor refrescante – como um beijo – além de ser levemente frutado. O Note Bleue vem direto do mediterrâneo para a mesa de jantar dessa data especial.

VINHO IL PALAZZO SAL TERRAE TINTO

O IL Palazzo Sal Terrae Tinto tem em sua composição uvas enigmáticas como Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Merlot e Petit Verdot. Com cor rubi intenso, ao abrir a garrafa já é possível sentir notas de frutas negras, amoras, amarena e pequenos frutos vermelhos. Na taça, ele possui corpo pleno, taninos sedosos, complexo, com final sólido concentrado e de longa persistência, uma combinação perfeita para deixar a data mais intensa.

VINHO MARQUES MARIALVA RESERVA

O Vinho Por.Marques Marialva Baga Reserva tem nuances tostadas e de baunilha que podem deixar o casal ainda mais apaixonado. Sua essência é predominantemente composta por frutos de polpa vermelha maduros e geleia dos mesmos. Com cor granada, ele apresenta notório volume de boca e longa persistência, enquanto no paladar é frutado, macio, elegante. 

VINHO PALAZZO CHIANTI

Para os casais de eternos namorados e aqueles que desejam selar o amor o Vinho Palazzo Chianti é a escolha ideal. Esse é um vinho elegante para um longo envelhecimento. Com tanino delicado, acidez e álcool em equilíbrio, o Palazzo Chianti tem cor vermelho rubi, ficando granada com o envelhecimento, além de possuir notas florais e de frutas vermelhas (groselha, cassis, ginja, xarope de cereja preta, casca de pêssego).

VINHO DONNA OLIMPIA COSTA TOSCANA

Para os românticos que adoram notas de frutas vermelhas, chocolate e alcaçuz. O Donna Olimpia Costa Toscana é macio, bem estruturado e muito harmonioso com taninos doces e fruta persistente no final. Até mesmo a cor dessa bebida – vermelho rubi profunda com tons roxos – combina com o romantismo da noite.

VINHO BALDUZZI CLASSIC CARMENERE

Esse Carménère é muito especial assim como a data. O clima da região onde estão as videiras dos Balduzzi – do Vale Maule, no Chile – torna as uvas concentradas e mais ricas em taninos e fenóis, o que é muito adequado para um vinho tinto. Em cada taça é possível sentir os aromas picantes e doces, como pimenta, morango e chocolate. O paladar é poderoso, com notas de pimenta com especiarias, típico da variedade, com um acabamento atraente. Um vinho bem equilibrado para apreciar na companhia o seu amor.

VINHO FLORA ORGÂNICO RED BLEND

Quer surpreender seu amor com um vinho 100% orgânico de qualidade superior? Esse rótulo vai superar todas as expectativas. Esse vinho tem notas florais, com um toque de especiarias, além de entregar aromas de frutas vermelhas recém-colhidas. No paladar é muito harmonioso, com taninos finos e um leve frescor. 

VINHO PASCUAL TOSO RESERVA CABERNET SAUVIGNON

Um rótulo elegante que evolui bem depois de aberto, com o equilíbrio certo entre a expressão natural das uvas e o envelhecimento em barricas de carvalho, assim pode ser definido o Pascual Toso Reserva Cabernet Sauvignon. É um vinho consistente, com muita nota de fruta madura, de cor vermelho rubi intenso e lágrimas finas apresenta final longo taninos redondos. 

VINHO BALDUZZI RESERVA CABERNET SAUVIGNON

Direto do coração do Vale Maule, no Chile, para dois corações apaixonados o Balduzzi Reserva Cabernet Sauvignon é envelhecido em barricas de carvalho francês por 12 meses e é encorpado, com taninos ainda presentes e acidez mediana. É um vinho camaleão, com uma cor profunda vermelho rubi, um bouquet agradável de frutas vermelhas maduras, especiarias, couro e madeira fina. Em relação ao paladar, esse rótulo é generoso, com grande corpo e um final suave. Na complexidade, lembra muito chocolate amargo.

‘HARMONIZAÇÃO DE ALMAS’

Com tantas dicas e rótulos com aquele preço especial, sem dúvida, o brinde será inesquecível. Com o vinho já escolhido fica ainda mais fácil decidir qual será o prato principal do jantar dos ‘pombinhos’. Também separamos algumas sugestões de harmonização, confira o artigo ‘Receitas Especiais da Lovino para seu Valentine’s Day’

UM BRINDE AO AMOR

Há quem diga que o Dia dos Namorados pode ser todos os dias. E por que não? Se para cada jantar o vinho estiver a mesa, a dica é brindar ao amor sempre que possível. Uma noite pode ser mais intensa e combinar com um vinho mais estruturado; a outra pode ser mais leve e cair super bem um espumante. Não importa a fase do amor, sempre terá um vinho para combinar!

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Grandiosa, minimista, rústica ou moderna, cada ‘semideus’ tem particularidades na escolha na própria adega.

Ter uma adega particular é poder desfrutar de um espaço único, singular, personalizado, feito na medida certa para armazenar os rótulos prediletos dessa ‘bebida dos deuses’. A adega pode não ter surgido no Monte Olimpo, entretanto, é um ambiente que, sem dúvida, vai ser a testemunha ocular de momentos bem vividos, aqueles que merecem uma celebração dignas dos deuses.

Ao entrar ou abrir a própria adega é viver, é ter a sensação de escolher o exemplar na carta de vinhos que o restaurante oferece, quando na realidade todos os rótulos são exclusivos para um ‘semideus’: o dono da adega.

Cada vez mais os apaixonados por vinhos investem na própria adega. Essa praticidade deixou de ser algo exclusivo dos restaurantes finos – e dos deuses – para entrar nos lares. E convenhamos que existem diversas vantagens em montar um cantinho especialmente para armazenar as bebidas. 

Nesse cantinho exclusivo alguns fatores devem ser levados em consideração, como a climatização, layout, organização dos rótulos, estrutura resistente e incidência de luz solar ou artificial. O espaço pode ser grandioso, pode ser minimista, ter um toque rústico, ou ares da arte moderna, ser construído com base na marcenaria ou totalmente adepto a tecnologia. Cada ‘semideus’ sabe das próprias necessidades quando o assunto é vinho.

A ‘GRUTA PERFEITA’

Parece estranho, mas o espaço ideal precisa atender primeiro as necessidades da bebida e depois do dono da adega. O lugar escolhido deve ter baixa incidência de luz solar e artificial. O excesso de luminosidade pode desencadear alterações no aroma natural do vinho.

Para evitar a ação da luz, seja ela solar ou artificial, a maioria das garrafas de vinho são escuras. Mesmo com esse cuidado do fabricante, raios ultravioletas podem penetrar e promover alterações nas bebidas que estão nas garrafas mais escuras. Por isso, a adega deve sim estar em um local com baixa luminosidade.

A dica é escolher um ambiente da casa que atenda essas necessidades, por exemplo, ter um cômodo sem janelas: pode ser no porão, na despensa. Mas, caso não tenha um local assim, tente ousar da criatividade, talvez aquele espaço embaixo da escada, aquele cantinho na sala que tem menos luminosidade. Não deixe de ter sua adega por falta do espaço idealizado.

Adega em casa

O CLIMA IDEAL

Existem diversos modelos de adegas climatizadas que são um luxo, com designer que combinam com ambientes rústicos e modernos. Sem dúvida, algum modelo vai encaixar no espaço reservado para aquele modelo mais que especial.

Se a adega não for um espaço climatizado, antes da degustação da bebida, basta colocar a garrafa em um balde com gelo, ou na geladeira, por algum tempo, para que atinja a temperatura adequada ao paladar. Vale lembrar que isso varia de acordo com a preferência de cada um. 

ESTRUTURA INABALÁVEL

A estrutura da adega pode ser de madeira ou metal. As variações de material vão interferir mais em relação ao espaço escolhido, propriamente a decoração do ambiente, afinal, mesmo se a adega for em um espaço mais reservado, vai ter alguma ocasião que você poderá levar um convidado para ajudar a escolher o vinho especial para aquela data.

Essa estrutura deve ter baixo, ou melhor, risco zero de movimentação, sem exposição a situações de trepidação. Ou seja, a estrutura tem que ser inabalável, pois é o que sustenta as garrafas de vidro, cada uma com sua história, com um tipo de uva, com um processo de fabricação, prontas para fazerem parte da história do dono da adega. Afinal, ninguém quer correr o risco de perder uma garrafa da ‘bebida dos deuses’ por acidente.

UMA ‘ADEGA ECLÉTICA’

Com o lugar definido e o espaço pronto vem a melhor parte: ‘rechear’ a adega. A escolha dos rótulos é algo muito particular. O paladar, o local de cultivo da uva, o tempo de colheita, a produção, todos esses são fatores que envolvem o sabor do vinho e, consequentemente, sua escolha.

Ter uma ‘adega eclética’ é a melhor opção para agradar o paladar dos convidados. Isso envolve estar preparado para qualquer situação, seja um jantar romântico, um brinde a nova conquista, um happy hour entre amigos. 

O ideal é escolher rótulos variados, com exemplares versáteis. Uma adega multifuncional deve conter ao menos uma garrafa de exemplar de vinho tinto encorpado, tinto leve, tinto médio, rosé, branco encorpado, branco leve e espumante.

A escolha também pode variar de acordo com a estação, ou seja, colocar na adega os rótulos que facilmente harmonizam com os pratos mais degustados no inverno e no verão. Para mais dicas sobre vinhos para colocar em sua adega confira o artigo ‘Winter is Here: Três Motivos para Abastecer sua Adega Neste Inverno’

UM TESOURO NA GRUTA

Um dos primeiros relatos sobre o armazenamento da ‘bebida dos deuses’ foi em uma gruta – localizada em Tel Kabri, um sítio arqueológico de Israel. Naquele espaço foi encontrado um verdadeiro tesouro com seis mil anos, segundos os estudiosos. As análises das bebidas encontradas naquela gruta apontaram vestígios de dois ácidos presente em vinhos. 

A ideia de armazenar os rótulos prediletos ganha cada vez mais adeptos. Essas ‘grutas’ mudam de acordo com a necessidade dos donos. As adegas evoluíram para garantir a melhor conservação dos vinhos, a tecnologia traz sofisticação e praticidade para esses ambientes, contudo, a essência continua a mesma: ter acesso a ‘bebida dos deuses’ de maneira prática, com exclusividade e ter a certeza de que ‘meros mortais’ também merecem degustar essa bebida.

Te damos uma mãozinha para começar a compor sua adega, confira as promoções da semana na Lovino.

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Como a melatonina das uvas e o processo de fermentação do vinho podem interferir no sono.

Qual é o seu ‘ritual do sono’? O que você faz para relaxar antes de dormir? O vinho, como sempre, pode ser uma excelente companhia, desde que seja apreciado com moderação. O fascinante universo das uvas é cheio de mistérios e, acreditam, as combinações perfeitas podem interferir no sono.

Entre os segredinhos da uva é possível citar que a semente, a casca e polpa contêm melatonina – o famoso hormônio que controla os seus ciclos de sono. Como cada vinho tem suas particularidades, os níveis de melatonina sofrem alterações de acordo com a produção; a fermentação, supostamente, contribui no aumento da quantidade de melatonina. Ou seja, a escolha do rótulo pode sim interferir no sono.

Para os amantes dessa deliciosa bebida, o vinho certo ajuda a entrar em ‘modo relaxamento’. A ‘terapia do sono’ com o vinho inicia muito antes de ir para a cama, pois ele é o companheiro de momentos, do prato preferido, do alívio do estresse do trabalho, de boas conversas, de excelentes filmes. 

Dessa forma, a sensação de relaxamento e preparo para uma boa noite de sono começa assim que o vinho é aberto. Alguns fatores pessoais devem ser levados em consideração, afinal, é uma bebida com teor alcoólico e ninguém quer passar a noite com ‘efeito rebote’

SEMPRE COM MODERAÇÃO 

Pesquisas apontam que o ato de beber com moderação pode reduzir a latência do sono, ou seja, pode contribuir para que a pessoa adormeça mais rapidamente do que o habitual. Isso acontece devido aos efeitos sedativos do álcool. 

Esse adormecer mais rápido também vai variar de acordo com a intensidade do teor de álcool no sangue. Para quem dificuldades para adormecer um cálice de vinho pode contribuir, contudo, independente da situação, a dica é apreciar o vinho com moderação para ter uma noite tranquila de sono.

Vale reforçar que é preciso consumir a bebida alcoólica de maneira equilibrada, pois, quando a apreciação excede a moderação, o álcool tende a suprimir o REM (Movimento Rápido dos Olhos) – fase do sono associada ao sonho e a retenção de memórias, durante a primeira parte da noite.  

O CÁLICE DO SONO  

A melatonina é um hormônio produzido pelo organismo. Ela atua de maneira direta no ciclo circadiano – responsável por controlar diversas funções do corpo ao decorrer do dia. O ‘poder’ da melatonina vai além de proporcionar sono, ela consegue estimular outras reações ligadas à hora de ir dormir, por exemplo, a produção de insulina no pâncreas e de glicose no fígado. 

Existem uvas que possuem maior concentração de melatonina. O ‘cálice do sono’ tem mais eficiência se for de vinhos elaborados como uvas tintas; a Nebbiolo, por exemplo, é um dos tipos que mais possui melatonina. Os Barolos podem ser uma ótima escolha, já que induzem melhor o sono. O vinho Merlot e Cabernet Sauvignon também apresentam quantidade significativa do hormônio, contudo, não com a mesma intensidade de um vinho produzido com a Nebbiolo.  

Outra dica é escolher um dos vinhos rosés, devido ao contato com as cascas, ele tende a apresentar mais melatonina que os vinhos brancos, por exemplo, já que os brancos são elaborados fora do contato com as cascas das uvas, dessa forma, não induzem o sono tanto quanto os vinhos tintos.   

BOA NOITE!

Aliviar as tensões do dia, degustar um excelente jantar, estar em boa companhia e apreciar o vinho na medida certa integram o ritual do sono. Nem sempre dormir bem, todas as noites, é algo possível. Para alguns, dormir é quase ‘artigo de luxo’.

Crie seu próprio ritual de sono. Adicione aquilo que lhe faz bem, seja uma boa conversa, um filme, a leitura de um livro, um ‘cálice do sono’. Com tudo na medida certa fica mais fácil relaxar, mais fácil ligar o ‘modo repouso’, mais preparado para uma boa noite de sono. Afinal, os sonhos mais inacreditáveis, geralmente, acontecem enquanto dormimos e, depois, eles podem ser reais.

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Suave e macio, assim pode ser descrita a sensação de saborear o vinho Merlot. Ao servir a taça já é possível sentir o aroma que evidencia ser um vinho com características distintas, pois varia o local e o tempo de cultivo da uva. Ao tocar os lábios, vagarosamente, é possível sentir que o vinho Merlot deixa aquela sensação de paladar aveludado e pode ser apreciado sozinho ou combinado com diversos pratos. 

Muito antes desse delicioso vinho fazer parte de nossos jantares, nossas rodas de conversas, nossos momentos de degustação prazerosa, a uva Merlot ‘seduz’ os produtores, se adapta a natureza, se entrega no processo de produção e se ‘envolve’ com seu barril, pois, cada etapa carrega peculiaridades.

Entre as principais características, a uva Merlot tem boa adaptabilidade em diversos tipos de solos e climas. É possível ver deslumbrantes parreirais em terrenos rochosos, áridos e argilosos. Já em relação às condições climáticas, esse tipo de uva pode aguentar temperaturas quentes, frias e úmidas. Dessa forma, ela é plantada em diversos países. 

O período de maturação da uva merlot interfere no sabor do vinho. Na colheita tardia acontece a conversão dos açúcares e a maturação fenólica é mais concentrada. Entretanto, esse período de colheita tende a interferir na acidez e salientar, excessivamente, os aromas frutados, o que pode deixar o vinho com menos frescor. Para saber como a maturação e a safra podem interferir no processo da bebida confira o artigo ‘Safra de vinho: entenda quais são os mitos e as verdades’ .

A DESCENDÊNCIA DA MERLOT

Estudiosos apontam que a Merlot é ‘meia irmã’ da Cabernet Sauvignon. Esse ‘parentesco’ faz sentido quando a mistura dessas uvas resulta em bebidas marcantes, em blends famosos pelo mundo, por exemplo, os vinhos Bordeaux. 

Enquanto a Merlot possui casca mais fina, menos taninos, bago maior e cor menos escura, um negro azulado, a Cabernet Sauvignon é a ‘meia irmã’ com mais taninos, mais grossa e cor mais escura. A combinação de ambas acontece de maneira suave para a alegria daqueles que apreciam esses arranjos que não são musicais, mas fazem o paladar bailar com tantas sensações.

Separadas, ao comparar os vinhos – em relação àquele produzido com a uva Cabernet Sauvignon – a bebida que utiliza a Merlot é definida como mais macia. Essa indicação de sabor ocorre devido a Merlot ter menos acidez e taninos, ou seja, é aquele vinho que provoca não aquela sensação de ‘amarrar a boca’, é uma bebida fácil de ser apreciada.

Com toda essa ‘genética’, a Merlot é uma uva usada na produção de vinhos de corte – aqueles que tem em sua composição a mistura de uvas – ou no processo de vinhos varietais – aqueles que contém apenas uma variedade de uva. Para saber mais sobre esse assunto leia o artigo ‘Vinho varietal x Vinho de corte: qual escolher?’

Essa multivalência contribuiu para que produtores das mais variadas regiões do planeta apostem no cultivo da Merlot.

‘ASAS’ NOS PARREIRAIS

Os parreirais são tão encantadores que a história retrata que nem mesmo os pássaros podiam resistir a deliciosa uva Merlot. Estudiosos relatam que a origem do nome dessa variedade de uva é proveniente de uma pequena ave escura, um tipo de pássaro comum na Europa. Eles se deliciavam com a Merlot, especialmente, no período em que elas já tinham passado o ponto de maturação, ou seja, eram mais adocicadas para o bico dos pequenos.

A contextualização do nome Merlot seria um diminutivo de ‘merle’ – palavra que no idioma francês significa ‘pequeno pássaro preto’. Essa ave teria a mesma coloração das uvas quando estavam maduras.

A cor, que carrega a história do nome dessa uva, pode sofrer alterações que variam de acordo com o tempo. Os vinhos da Merlot mais jovens tendem a apresentar cores mais próximas aos tons de roxo, ou seja, são mais violáceas. Além disso, é possível encontrar tons rubi escuro quando não passam pelo envelhecimento. As tonalidades da bebida também encantam, pois envolvem período de colheita, produção e quanto tempo uma garrafa demora para ser aberta.

HARMONIZAÇÃO PREFERIDA

As características do vinho e do prato são primordiais para definir a harmonização perfeita. Teoricamente, os vinhos considerados mais leves irão harmonizar com comidas mais leves, enquanto os vinhos mais estruturados combinam com culinária mais elaborada e iguarias mais sofisticadas. Mas isso também varia da peculiaridade de cada paladar. 

Se o prato principal for pizza ou massa, vai combinar muito bem com um vinho Merlot, pois essa variedade de uva harmoniza com pratos da culinária italiana. Pode ficar ainda melhor se o prato tiver molho atomatado, além de orégano e manjericão. O queijo pode ser um dos ingredientes do prato principal ou ele ser o único para acompanhar o vinho. Com queijos a escolha também é certeira. O vinho Merlot vai bem com os tipos mais estruturados, aqueles de casca dura, além dos cremosos.

Com pescados, aves e carnes vermelhas, o vinho Merlot vai acompanhar com versatilidade. Para os peixes, a dica é escolher as opções de pratos grelhados; para as aves uma boa ideia é optar por aquelas que vão ao forno – peru ou pato deixam a combinação de sabores ainda mais elaborada. Já em relação às carnes vermelhas, que tal uma receita na caçarola? Ou um hambúrguer gourmet?

E com churrasco ou arroz carreteiro, será que combina? Pratos da culinária típica brasileira também integram a lista de harmonização com vinho da uva Merlot. A bebida tem versatilidade para combinar com a comida tradicional do Sul do país e com pratos típicos do sertão nordestino.

Ao lembrar da sensação de degustar um vinho Merlot, fica difícil decidir qual será o prato principal, porque o vinho já está reservado, escolhido, pronto para abrir a rolha e ‘no ponto’ para ser colecionado como mais um momento bem vivido. Mais um jantar romântico, mais uma conversa entre amigos, mais um momento relax, mais uma lembrança para ser cultivada.

Que tal escolher um vinho Merlot para colecionar mais um momento?!

Nesta semana vamos trazer alguns rótulos de indicação da Lovino, com valores promocionais, confira:


VINHO CLOS VIEUX TAILLEFER POMEROL – Merlot médio encorpado, surpreendente e complexo, fresco e final longo. Excelente para compor pratos mais incrementados.

VINHO CHÂTEAU DE RICAUD BORDEAUX SUPÉRIEUR – Um blend de 12 meses em barris de carvalho francês. Altamente perfumado e sabor frutado. Harmoniza com carne de gado. Ótima opção em custo benefício.

VINHO CHÂTEAU DE L’ABBAYE HAUT- MÉDOC – Francês, com aromas frutados e amadeirados, acidez média, bem encorpado com taninos muito presentes e persistentes.

VINHO SANTA EMA GRAN RESERVA MERLOT – Número 1 da Lovino! Nosso queridinho Santa Ema Merlot GR é um vinho versátil, ideal para acompanhar refeições como massas, carnes, queijos ou degustá-lo sozinho mesmo. Se você ainda não conhece, aproveite essa dica!

Cheers!

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Edição Especial Génese do Baco

Em celebração ao centenário, a Herdade Grande fundiu vinho e arte e lançou uma homenagem à herança da viticultura alentejana. Assim nasceu a edição especial Génese do Baco, com exclusiva caixa de seis garrafas que apresenta uma pintura com o mesmo nome, da autoria do artista António Saiote.

Trata-se de uma edição única de 500 caixas, de seis garrafas, um produto de coleção lançado para fechar a celebração do centenário da Herdade Grande, assinalado em 2020. Cada caixa expressa, na própria madeira e em cada uma das seis garrafas, uma pintura a óleo. Mas, aqui na Lovino, você encontra o Vinho Génese do Baco de Herdade Grande em garrafa unitária.

“O Génese de Baco é um vinho de edição especial que apresentamos como um sentido tributo ao nosso centenário. Assim homenageamos a herança da viticultura antiga alentejana, inspirados pela pintura a óleo do artista e nosso bom amigo António Saiote, um apaixonado pelo Alentejo a quem só podemos agradecer a amizade e a honra de connosco partilhar a sua arte. É um privilégio podermos honrar, desta forma, a nossa região, o nosso centenário, o trabalho da terra e o que a terra nos dá”, afirma António Lança, proprietário da Herdade Grande.

O vinho, um Grande Reserva da colheita de 2014, apresenta um lote de identidade tipicamente alentejana (Aragonez, Trincadeira e Alicante Bouschet), com estágio de 12 meses em barricas de carvalho francês e cinco anos de evolução em garrafa.

António Lança e António Saiote são viticultores e amigos de longa data. Conheceram-se há 40 anos, precisamente em resultado da atividade profissional.

“Como alentejano, pintor naturalista e agrónomo de profissão tento, nas telas, manter vivas as tradições do nosso Alentejo. A tela escolhida para assinalar o centenário da Herdade Grande é um convite a rever um longo percurso de trabalho árduo, que foi preciso percorrer para se atingir a excelência do vinho que se apresenta. E na qual se pretende que os olhares possam sentir a dureza da sacha necessária para robustecer as cepas, as uvas que espreitam nos cachos, os tons quentes das uvas maduras, os carregadores vergados ao calor do sol, a alegria na pisa da uva que irá dar origem ao delicioso néctar e, sobretudo, a persistência do homem de mãos dadas com o divino”, afirma António Saiote.

Segundo o enólogo da Herdade Grande, Diogo Lopes, “mostra distinção dos grandes vinhos alentejanos. É um tinto que proporciona já uma excelente prova, mas é igualmente um produto de coleção, ideal para guarda e valorização em garrafa. Apresenta a tradicional fruta madura alentejana, taninos firmes e um final longo e persistente, num vinho que vai crescer em garrafa, surpreendendo com novas camadas de complexidade”, afirma.

Nota de Prova | Génese do Baco Grande Reserva 2014: “Aromas mentolados e balsâmicos. Na boca evidencia toda a fruta madura típica do Alentejo. É um vinho de taninos firmes, com um final muito elegante, longo e persistente, num perfil marcadamente alentejano”.

Herdade Grande

Numa das mais emblemáticas propriedades alentejanas, conhecida como Herdade Grande e localizada na sub-região única que é a Vidigueira, Portugal. Uma família partilha a sua paixão há quatro gerações: honrar o que de mais genuíno a terra lhe oferece. Uma história centenária.

Herdade Grande Gerações
Herdade Grande Gerações 2

Vidigueira é sinônimo de singularidade. As amplitudes térmicas elevadas juntam-se os solos pobres marcadamente xistosos. São condições únicas para a produção de vinhos de elegância.

Garanta essa exclusividade de guarda, só aqui na Lovino!

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