Vinho varietal, vinho de corte, já ouviu falar sobre eles? Pois hoje vamos explicar o que significa cada um e, como sempre, vamos dar sugestões de rótulos para você conhecer os dois tipos na prática. Ou melhor, no paladar!

Vinho varietal

Na teoria, o vinho varietal é aquele elaborado de uma única uva. Dependendo da região, entretanto, o conceito pode variar. Isso porque a legislação que regula a produção de vinhos de cada região pode ter um entendimento diferente dessa “pureza”.

Por exemplo, nos Estados Unidos e no Chile, um vinho varietal não precisa ser 100% de uma única uva. Ele deve somente 75% de uma mesma uva. Já na Alemanha o percentual é de 85%. Se existem vinhos 100%? Sim, por exemplo, os da região francesa de Borgonha são 100% de Pinot Noir.

Vinho de corte

Vinho de corte significa o mesmo que “blend” ou “assemblage”, caso você já tenha ouvido tais expressões e tenha ficado com dúvida se significavam coisas diferentes. Os três termos querem dizer a mesma coisa: indica que o vinho foi produzido a partir da mistura de duas ou mais uvas – podendo chegar até 14, como o rótulo francês Châteauneuf-du-Pape.

Essa mistura de uvas visa enriquecer o vinho, tanto em aromas como em sabores, cores, texturas, corpo e acabamento, tornando-o assim mais complexo. Esse processo costuma ser minucioso e exige do enólogo total conhecimento das particularidades de cada uva. O vinho de corte pode ser feito de uvas de uma mesma safra ou de safras diferentes.

Afinal, qual devo escolher? 

A pergunta, na verdade, deve ser: por que você tem que escolher entre um vinho varietal e um vinho de corte? Você pode apreciar igualmente os dois tipos. Um vinho que não é 100% de uma única uva não deve ser considerado de menos qualidade por causa disso, tampouco o contrário.

Pensando agora no seu conhecimento prático, selecionamos alguns rótulos especiais de ambos os tipos, e ainda damos umas  dicas de harmonização. Vamos ver?

Começamos então com o vinho varietal. Por exemplo, o Vinho Santa Ema Gran Reserva Carménère. O chileno possui coloração rubi e reflexos violetas, e os aromas são de cerejas, mirtilo, pimenta preta e notas de chocolate e baunilha. Escolha-o para acompanhar massas, carnes cozidas, queijos e legumes grelhados.

Outra sugestão de vinho varietal é o espanhol Vinho Faustino Rioja Vii, feito 100% da uva Tempranillo. O vinho possui coloração vermelho cereja e os aromas apresentam notas de frutas vermelhas maduras. Uma sugestão de vinho espanhol muito versátil, é perfeita para acompanhar carne assada com batatas grelhadas ou peixes e frutos do mar. Ah! Ele é ótimo até com nosso típico arroz e feijão.

Temos também o Vinho Balduzzi Grand Reserva Cabernet Sauvignon. Feito de Cabernet Sauvignon, tem notas doces, e de tabaco, além de especiarias de Carménère. Os aromas são de frutas negras maduras e de chocolate. Se estiver planejando um jantar especial, um pouco mais requintado, é a oportunidade perfeita para prová-lo. Sirva-o com carne vermelha ou carne de caça, tipo cervo ou veado, entre outras receitas nobres.

Para experimentar vinhos de corte, temos três sugestões. A primeira é o Vinho Unánime Mascota, da premiada vinícola argentina Mascota Vineyards. Composto por Cabernet Sauvignon, Malbec e Cabernet Franc, tem visual límpido, de brilho intenso rubi e com bordas atenuadas. Este vinho argentino é ideal para acompanhar carnes vermelhas grelhadas e ensopados.

A segunda sugestão é o Guerrieri Nero, um vinho italiano, safra 2018, feito de Sangiovese. Fica excelente com carnes vermelhas e churrasco. E, por fim, a última sugestão de vinho de corte é o Vinho Donna Olimpia Costa Toscana. Possui cor vermelho rubi profunda com tons roxos e as notas de frutas vermelhas, chocolate e alcaçuz, torna o rótulo ainda mais especial. Acompanha muito bem pastas e carnes.

Que tal escolher um de cada tipo e saborear suas particularidades?

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Se você já se confundiu, não se preocupe, é bastante natural. Para isso nunca mais acontecer, elaboramos um artigo simples e esclarecedor sobre a diferença entre frisante, espumante e champagne, e claro: com indicações de rótulos mais que especiais para você aprender na prática! Vamos ao assunto de hoje?

Pois bem! Ao contrário do que acredita o senso comum, que classifica como “champagne” qualquer bebida que borbulhe, há diferenças básicas entre os três tipos de bebida: frisante, espumante e champagne. Vejamos um a um!

Vinho frisante

O vinho frisante tem menos gás – e não tem espuma. No que diz respeito à porcentagem de gás natural da fermentação da uva, por exemplo, a bebida tem 50% a menos em comparação ao gás dos espumantes. O vinho frisante também só fermenta uma vez! Se você já ouviu falar em “lambrusco”, saiba que se refere ao mais famoso frisante do mundo! Ele é produzido exclusivamente na Itália.

Espumante

Essa versão da bebida vem do vinho fermentado, só que da segunda fermentação natural do vinho. Lembra que o frisante só fermenta uma vez? Pois o espumante origina-se da segunda. Neste caso, não há adição artificial de gás carbônico. Diferentemente dos lambruscos, os rótulos de espumante são produzidos em praticamente todos os países do mundo, embora a maioria seja feita na França.

Champagne

Por fim, temos o famoso e elegante champagne, que apesar de ser um tipo de espumante, ele difere dos demais por ser exclusivamente elaborado na região de Champagne, situada a 150 quilômetros de Paris. É como os lambruscos, só que francês.

O champagne é uma bebida de produção mais complexa, envolve diversas etapas. E éfeito de uvasChardonnay, PinotNoir e Pinotmeunier, cultivadas em condições muito específicas. Aliás, não só o cultivo é singular, como todo o processo até chegar ao paladar do consumidor.

Maturação e açúcar

Conheça os tipos de doçura dos espumantes e champagnes!

  • Extra Brut– até 6g/L
  • Brut– 6a 15g/L
  • Extra Dry– 15 A 20g/L
  • Dry– 20 a 30g/L
  • Demi-Sec– 30a 50g/L
  • Doce/Doux – mais de 50g/L

Agora que você já sabe as particularidades de cada tipo, diferencie no paladar o frisante, o espumante e o champagne!Confira os rótulos que nossos especialistas selecionaram:

Seleção de vinhos frisantes

Temos duas sugestões especiais! A primeira é o italiano Frisante Giacondi Lambrusco Bianco. Com sua cor amarelo palha, tem sabor bastante doce, fresco e equilibrado. De safra 2018, acompanha com perfeição sobremesas à base de frutas, carnes vermelhas, charcutaria e queijos curados.

Já a segunda é o Frisante Podere Ca’Bianca Amabile, safra 2018, um autentico lambrusco – ou seja, um vinho varietal, sabe o que é? De um vermelho rubi, límpido e consistente, oferece uma bela espuma roxa, compacta e viva. É ideal para acompanhar queijos e carnes.

Sugestões de espumantes

Agora é hora de provar nossos maravilhosos espumantes. Separamos três rótulos especiais. Começamos pelo Espumante Jaume Serra Brut, um espanhol da região da Catalunha. Com sua cor amarelo palha brilhante e borbulhas finas, possui aromas de frutas brancas, peras e notas florais. Tem acidez agradável e médio corpo. É um espumante refrescante e frutado.

Nossa segunda opção é o Espumante Platino Pink Flowery Moscato, um de nossos rótulos favoritos. Possui uma bela cor rosa claro, de sabor doce, leve,cremoso e com baixa sensação de álcool. O frescor que oferece é inesquecível! Nos aromas se destacam notas de flores brancas e frutas vermelhas, como framboesa e morango.

Por fim, temos o espanhol Espumante Faustino Cava Brut Reserva, um rótulo de Chardonnay seco, mineral, de acidez suculenta e aromas cítricos. De safra 2018, possui notas frescas de melão. Que tal? É mesmo irresistível.

Opções de champagne

Não há nada como saborear um autentico champagne! Viva a experiência com uma de nossas duas sugestões. A primeira é o Champagne Canard Duchêne Brut Reserve Limited Edition. O tom dourado claro enche os olhos e o olfato se satisfaz com o aroma de fruta fresca. Muito refrescante e bem equilibrado, acompanha com perfeição peixes cozidos em molho ou carne delicada como vitela.

Já a segunda, é o Champagne Canard Duchêne Brut Rosé. Refinado e elegante, possui tonalidade levemente rosada e belo acabamento perolado com bolhas finas. Os aromas intensos de frutas frescas têm predominância de morango e framboesa. Já o sabor é de frutas vermelhas. Harmoniza muito bem com carne branca preparada no grill. Foi fácil de entender, não é mesmo? Agora conte para nós: por qual de nossas sugestões você começará suas aulas práticas?

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Hoje falaremos sobre o vinho frisante: um vinho levemente gaseificado, bastante consumido no Brasil. Nessa variante da bebida, o gás é resultado natural do processo de fermentação da uva e equivale a cerca da metade da quantidade do gás encontrado nos vinhos espumantes, por exemplo. Se você nunca provou um exemplar, deixaremos indicações de ótimo custo-benefício, como sempre fazemos por aqui. Vamos conhecer mais?

O teor alcoólico do vinho frisante varia de 7 a 14%, e suas borbulhas dão um toque ainda mais especial ao paladar. Por se tratar de uma bebida leve, é excelente para dias mais quentes ou para acompanhar um brunch com os amigos. Vai fazer um almoço descontraído ao ar livre? Um bom frisante é, sem dúvidas, uma ótima escolha. 

A principal característica do vinho frisante é a sua quantidade de gás. Para que esse vinho não seja considerado um espumante, por exemplo, a bebida deve ter entre 1 e 2 atmosferas de pressão a 20°C.

A título de comparação: os espumantes possuem uma quantidade maior de gás, sendo que esse valor varia entre 5 e 6 atmosferas de pressão a 20°C.

Frisante é o mesmo que lambrusco?

Sim e não. Nem todo vinho frisante é um lambrusco, porque esse nome classifica apenas os vinhos frisantes feitos das uvas da italiana família Lambrusco. Os exemplares frisantes portugueses, por exemplo, são conhecidos por vinhos verdes.

As opções de frisante, no entanto, são variadas: há vinhos feitos a partir de uvas Sauvignon Blanc, Chenin Blanc, Merlot e Syrah. Apesar de ser mais comum um vinho frisante branco, existe vinho frisante tinto e rosé.

Harmonizações

Vinhos frisantes acompanham melhor receitas leves. Se a pedida for por saladas, quiches, porções de ceviche, sushi e camarão grelhados, os rótulos ficarão esplêndidos. Vale experimentá-los com peixes mais gordurosos também, uma vez que a acidez desse tipo de vinho “limpa” o paladar. Também é um vinho que combina bastante com sobremesas à base de frutas.

Prefira servi-los, portanto, em refeições durante o dia. E se a proposta for apenas de oferecer petiscos, o vinho frisante harmoniza com queijos, castanhas, patês e amêndoas. Vale ressaltar que são uma opção para ser servida entre 6 e 8ºC, certo? Lembre-se disso antes do preparo da ocasião.

Vinhos frisantes e vinhos lambruscos

Como vimos, os mais famosos vinhos frisantes são os lambruscos, rótulos produzidos na Itália, principalmente no distrito de Modena. Por sua vez, há três categorias de lambruscos, já que as áreas onde as uvas são cultivadas por lá são bastante definidas. São elas:

  • Lambrusco de Sorbara,
  • Lambrusco Salamino,
  • Lambrusco Grasparossa.

Agora vamos à parte mais saborosa!

Dicas de vinho frisante

Para conhecer na prática nosso assunto de hoje, temos duas maravilhosas sugestões. O primeiro rótulo que indicamos é o Frisante Giacondi Lambrusco Bianco. De cor amarelo palha, o italiano de safra 2018 tem sabor doce, fresco e equilibrado.

O segundo é o Frisante Podere Ca Bianca Secco, também um vinho varietal, feito 100% de uvas Lambrusco di Sorbara. De cor vermelho rubi, possui uma bela espuma roxa, compacta e viva. Certamente, uma alternativa especial que acompanha com perfeição massas e carnes.

Ficou com borbulhas na boca? Adquira já seus rótulos!

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Varietal é a denominação utilizada para o vinho produzido totalmente ou predominantemente de uma mesma uva. Apesar de sua definição não ser precisa, o conceito surgiu nos Estados Unidos e tem um entendimento diferente em cada região produtora de vinho, como veremos a seguir:

No Brasil, no Chile e nos Estados Unidos, por exemplo, o vinho varietal precisa ter no mínimo 75% da sua composição feita da mesma uva – uva essa que constará no rótulo. Já na Argentina, a proporção sobe para 80%. Países como Itália, França, Alemanha, Áustria, Portugal, Nova Zelândia, Austrália e África do Sul, exigem que o vinho seja feito de 85% de uma mesma uva.

Você sabia? Há vinhos compostos por 100% de uma mesma casta, e nesse caso, o rótulo é chamado de vinho monovarietal.

Qual é a diferença entre vinho varietal, de corte e assemblege?

Considerando a porcentagem de uma mesma uva do vinho varietal, como explicado anteriormente, o vinho de corte é o tipo de vinho feito de diversas uvas. O termo “assemblege” é apenas a sua tradução para o francês, e “blend” para o inglês. Portanto, o vinho de corte, assemblege e blend tem o mesmo significado.

Os sommeliers indicam + dicas de harmonização

Não poderíamos falar de vinho varietal sem recomendar alguns dos nossos melhores rótulos, não é mesmo?

Começando pelo Vinho Apaltagua Reserva Malbec, um rótulo chileno de uvas Malbec, dono de uma cor vermelho rubi claro e brilhante fascinante. No paladar, é médio, redondo, leve e com notas de ameixa e frutas vermelhas. Esse vinho combina com risotos, carne na brasa e carnes de cozimento longo e molhos fortes.

Outro exemplar de vinho varietal é o chileno Vinho Santa Ema Select Terroir Reserva Cabernet Sauvignon, feito de uvas Cabernet Sauvignon. Um rótulo intenso, complexo e envolvente, possui aroma de frutas negras, ameixa preta, pimentão verde, azeitona verde e eucalipto. No paladar, oferece um aveludado notável, algo raro em vinhos nesta faixa de preço. Ou seja, trata-se de um vinho de excelente custo-benefício. Para a harmonização perfeita: carnes vermelhas, pratos condimentados, ensopados, cozidos e queijos.

Temos também o Vinho Balduzzi Viejo Encachao Grand Reserva Carignan. Feito de uvas Carignan, é um rótulo que apresenta coloração rubi profunda e nos aromas destacam-se notas de framboesa e cereja, mesclados com notas tostadas, tabaco e especiarias como pimenta do reino e alcaçuz. Encorpado, robusto, com taninos firmes, bom frescor e final de boca persistente, é a escolha perfeita para uma noite especial, de apreciação do prato e da bebida. Harmoniza com todos os tipos de carnes, principalmente as grelhadas, além de queijos fortes e cremosos.

Por fim, temos o Vinho Piuma Primitivo Di Manduria. De cor rubi intensa, com bordas violáceas, seus aromas de cereja, groselha e especiarias são irresistíveis. É uma sugestão excelente para ser servido com carnes e massas.

Que tal experimentar as particularidades de um vinho varietal? Conte com a Lovino para conhecer os melhores rótulos do mundo – na teoria e no paladar!

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De médico e enólogo todo mundo tem um pouco, não é mesmo? Por isso hoje resolvemos falar sobre os mais populares mitos e verdades acerca da bebida, principalmente sobre as safras. Vamos começar?

O que é safra de vinho?

A safra de vinho refere-se ao ano em que as uvas foram colhidas e que o vinho foi produzido. Nesse período, alguns fatores determinam a qualidade da bebida, por exemplo, as variações climáticas. Quando um ano é muito quente, os aromas podem ficar mais maduros. Já em anos frescos, a bebida fica mais saborosa.

Saiba quais são os principais mitos e verdades sobre as safras de vinho

O primeiro grande mito é que quanto mais velho melhor o vinho. Não é bem assim, viu? A maior parte dos rótulos possui durabilidade curta e não há muita diferença no sabor se fica por mais tempo armazenada. Somente alguns poucos rótulos precisam envelhecer para oferecer um melhor sabor – e esses vinhos são chamados de “vinhos de guarda”.

O segundo mito mais popular tem a ver com as garrafas. Dizem que as garrafas de base profunda garantem vinhos mais saborosos, mas isso também não é verdade. O côncavo do recipiente não altera a qualidade da bebida. Ou seja, não julgue um vinho pela garrafa!

Depois dos dois primeiros mitos, temos agora uma verdade: os vinhos precisam ser guardados em ambiente escuro e com temperatura controlada. Por isso as adegas climatizadas estão se tornando cada vez mais comuns nas casas. Nada de calor e luminosidade na hora de guardar os vinhos. O ideal é que os rótulos repousem em temperatura próxima a 15°C.

Sobre o vinho rosé, o que se conta por aí é que ele é resultado da mistura do vinho tinto com o vinho branco, e isso pode ser feito, na sua minoria, embora a grande maioria dos rótulos roses são produzidos de forma diferente, sendo resultado apenas da fermentação de uvas tintas com pouco contato com a casca – já que é a casca que garante a cor.

Por fim, deve cair por terra a ideia de que um vinho feito de várias uvas não é bom. A qualidade da bebida não tem relação com a quantidade de uvas usadas. Há muitos outros fatores determinantes, por exemplo, as particularidades da videira, da colheita, das técnicas de vinificação e até da higiene de todo o processo.

Nossas recomendações de vinhos das melhores safras

Começamos nossa seleção com o Vinho Balduzzi Viejo Encachao Grand Reserva Carignan, uma opção chilena, safra 2018. No visual de coloração rubi profunda. Nos aromas temos framboesa, cereja, notas tostadas, tabaco, pimenta do reino e alcaçuz. Encorpado, possui taninos firmes e bom frescor, e oferece final de boca persistente. A versatilidade é outro diferencial, acompanhando bem receitas de todos os tipos de carnes, principalmente as grelhadas, além de queijos fortes e cremosos.

Para quem adora um vinho mais aveludado, temos o chileno Vinho Santa Ema Barrel Reserve 60/40, safra 2019. Feito do clássico blend usado em Bordeaux das uvas Cabernet Sauvignon e Merlot, é um de nossos rótulos mais vendidos. Possui coloração rubi intensa com reflexos violáceos, e os aromas de ameixa, cereja, pimenta preta e baunilha deixam tudo ainda mais especial. Oferece sabor concentrado e elegante, com taninos redondos, frescor, final aveludado e com boa persistência. Abra-o para acompanhar carnes vermelhas, brancas, massas, aves de caça e queijos.

E que tal o Vinho R De Romaneira Douro? É um português safra 2017, rico em aromas de frutas, ervas e cacau, elaborado a partir das uvas, Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz, Syrah e Tinto Cão. De sabor intenso, possui taninos macios e ainda agrada aos olhos com sua cor vermelho vivo. Versátil, você pode combiná-lo com receitas de carnes, massas, peixes suculentos e aves.

Por fim, temos o Vinho Faustino I Gran Reserva Rioja, um rótulo espanhol, safra 2009, eleito o melhor do ano pela conceituada revista inglesa Decanter. Elaborado a partir das uvas Tempranillo, Graciano e Mazuelo, possui coloração vermelho rubi com reflexos granada. É um vinho muito complexo, nos aroma de frutas silvestres, especiarias, grafite, tabaco e defumados com presença discreta de notas de café proveniente dos 26 meses de amadurecimento em barricas de carvalho e mais 24 meses de repouso em garrafa. Ideal com cordeiro, carnes de caça, ragu, e queijos curados.

Viu só? Agora você pode abrir seu rótulo preferido e conversar com segurança sobre safra de vinho. Até a próxima!

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Receitas com vinho tinto não precisam de muito para dar água na boca. E provaremos isso com 5 sugestões de pratos que tornarão sua escolha bem difícil – e quem dera se todas as escolhas da vida fossem assim, não é mesmo?

Para um jantar a dois, para receber os amigos ou reunir a família em torno da mesa aos domingos, temos certeza que todas elas vão proporcionar momentos de muita felicidade!

Ossobuco braseado ao vinho tinto

                Uma receita especial para duas pessoas, vale a pena experimentá-la em um jantar romântico. Como acompanhamento, use arroz simples ou massa com ervas.

Ingredientes:

  • 2 peças altas de ossobuco bovino (aproximadamente 200g, cada),
  • 2 xícaras (chá) de vinho tinto,
  • 1 xícara (chá) de caldo de carne ou água,
  • 1 cebola grande picada,
  • 1 cenoura ralada,
  • 5 dentes de alho com a casca,
  • 1 ramo de alecrim ,
  • 1 colher (café) de sal,
  • Pimenta a gosto,
  • 1 colher (chá) de óleo de canola.

Como fazer:

  • Numa panela grande, coloque os pedaços de ossobuco,
  • Doure-os com óleo de canola,
  • Junte a cebola, a cenoura e os dentes de alho e tempere com sal e pimenta,
  • Regue o com vinho e o caldo,
  • Ajeite o ramo de alecrim sobre a carne e tampe a panela,
  • Cozinhe no fogo mínimo entre 2-3 horas.

Lagarto na panela de pressão com vinho

Uma receita muito prática, com apenas cinco minutos de preparo, mais 30 minutos de cozimento, você desfruta de um prato muito delicioso. É uma excelente alternativa para receber os amigos.

Ingredientes:

  • 1 pedaço de lagarto,
  • 2 colheres (sopa) de óleo,
  • 2 cebolas,
  • 3 dentes de alho,
  • 1 xícara (chá) de vinho tinto,
  • 1 xícara (chá) de água quente,
  • 1 colher (sobremesa) de sal,
  • Pimenta do reino moída na hora a gosto.

Como fazer:

  • Doure a carne no óleo, sem furá-la e nem mexer em excesso,
  • Acrescente as cebolas em rodelas e o alho amassado,
  • Adicione o vinho e a água,
  • Tempere com sal e pimenta do reino,
  • Quando pegar pressão, abaixe o fogo e cozinhe por 30 minutos,
  • Depois de pronta, coloque um pouco de água e deixe de molho mais um tempinho.

Linguiça Assada com Vinho e Alecrim

                Mais uma receita simples de fazer e ultra saborosa!

Ingredientes:

  • 1 kg de linguiça toscana,
  • 1/2 xícara (chá) de vinho tinto,
  • 1 ramo de alecrim,
  • 6 cebolas pequenas,
  • Sal,
  • Óleo para untar.

Como fazer:

  • Unte uma forma refratária com óleo e ajeite as linguiças e as cebolas descascadas.
  • Despeje o vinho sobre as linguiças e as cebolas.
  • Polvilhe com sal e as folhas de alecrim.
  • Leve ao forno médio até dourar.

Costelinha no vinho tinto ao molho barbecue

                Essa sugestão é a cara de seus amigos? Dependendo da quantidade de pessoas que vai receber, dobre a receita. E o acompanhamento perfeito? Batatas fritas!

Ingredientes:

  • 500 gramas de costelinha de porco,
  • 2 dentes de alho,
  • Sal e pimenta do reino a gosto,
  • Suco de 1 limão,
  • 1/2 xícara de molho barbecue para assar,
  • 1/2 xícara de molho barbecue para finalizar,
  • 1 xícara de vinho tinto.

Como fazer:

  • Tempere com o limão, o alho triturado, o sal e a pimenta do reino,
  • Pincele a costelinha com o molho barbecue e deixe descansar por 1 hora,
  • Forre uma assadeira com papel alumínio, acomode a costelinha e regue com o vinho,
  • Embale-a da maneira mais apertada possível, mas sem deixar que o vinho vaze,
  • Asse por 45 minutos, em média.
  • Depois de pronta, pincele o restante do molho babucue.

Carne desfiada com vinho e mel

                Está tudo bem até aqui? Se você ainda não se rendeu a essas receitas, eis a sugestão final e irresistível!     

Ingredientes:

  • 1 kg de lagarto ou patinho,
  • 4 cebolas roxas em rodelas,
  • 1 lata de tomates pelados cortados ao meio,
  • 150 ml de vinagre de vinho tinto,
  • 100 ml de mel,
  • 1 pimenta dedo-de-moça,
  • 4 dentes de alho cortados em 4 partes,
  • 1 colher (chá) de semente de coentro,
  • 300 ml de vinho tinto,
  • Água para cobrir a carne,
  • Azeite, sal e pimenta do reino a vontade.

Como fazer:

  • Regue a panela de pressão com um fio de azeite, ajeite a carne e sele-a no fogo alto,
  • Adicione a cebola, o tomate, o vinagre, o mel, a pimenta, o alho, o coentro, o vinho, o sal e cubra a carne com a água,
  • Cozinhe tudo por, no mínimo, 1 hora. O ponto exato é quando a carne desfia facilmente.
  • Depois de pronta, desfie-a totalmente.
  • Enquanto isso, o molho continua ao fogo, para engrossar.
  • Por fim, devolva a carne à panela.

Sugestão de vinhos

Para acompanhar, confira os rótulos especiais da Lovino! Começamoscom o Vinho Faustino Rioja Crianza, um espanhol que está entre os mais recomendados e premiados dessa vinícola. Com tonalidade limpa, brilhante e com toques vermelho cereja e brilhos de rubi, essa opção possui notas de frutas frescas e doces. É um vinho elegante, portanto perfeito para uma noite especial.

O que dizer do Vinho Dão Colheita Titular? O rótulo português é resultado de uma vinificação muito cuidadosa. De cor viva e com aromas de frutas vermelhas e taninos equilibrados, é uma indicação não só para as receitas que indicamos como para entradinhas e petiscos de queijos mais fortes como roquefort, parmesão e provolone.

Já o Vinho Asio Otus Vino Rosso Enigmatico é uma sugestão italiana, excelente para um jantar romântico, uma vez que acentua o charme e a sedução da ocasião. É feito de um blend de Merlot, Cabernet e Shiraz e sua bela tonalidade rubi profunda revela-se pouco a pouco. Versátil e agradável, vai bem com todas as receitas que indicamos.

Por fim, oferecemos o Vinho Santa Ema Gran Reserva Merlot, um dos nossos campeões de vendas, tem uma linda coloração rubi, com aroma de notas florais e de frutas vermelhas, como morangos e cerejas, além de notas doces de baunilha, chocolate e caramelo intenso. É uma alternativa de sabor macio e fresco, e agrada a todos os paladares.

                Prontinho! Com qualquer uma dessas receitas você recebe bem e se delicia de maneira inesquecível.

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Você também adora um vinho rosé? Então confira o conteúdo especial que elaboramos com muita informação, curiosidades e sugestões de harmonização.

Como o vinho rosé é elaborado

Geralmente feito a partir de uvas tintas, o vinho rosé – ou vinho rosado – ganhou esse nome devido a sua coloração que pode vir a ser desde um rosa pálido, passando pelo rosa escuro, tendo até nuances de laranja ou vermelho. Consumido em larga escala em países como França, Espanha e Portugal, tem ganhado cada vez mais apreciadores brasileiros, e as razões são inúmeras! Mas antes de falar sobre elas, especificamente, gostaríamos de contar um pouco sobre como se dá a produção de um vinho rosé.

Um enólogo pode usar uma das três técnicas existentes: maceração, corte ou sangria. Em termos de semelhança, o vinho rosé remete ao vinho tinto, pela presença de pequenas quantidades de antocianinas e taninos; e quanto ao vinho branco é pelo frescor, além das técnicas de vinificação. É a diversidade das técnicas de vinificação que torna a definição do vinho rosé bastante difícil, num sentido mais preciso. É por isso que ele normalmente – e popularmente – ele é descrito como um vinho intermediário entre os vinhos tintos e vinhos brancos. Bom, agora vejamos como funciona cada uma das técnicas.

Maceração

A técnica da maceração consiste no amassar das partes sólidas das uvas sem abrir mão do suco da película da fruta, que é chamada de mosto. No vinho rosé, chega-se à coloração desejada de forma mais rápida – se compararmos com a do vinho tinto. Na técnica da maceração, a fermentação ocorre depois, sempre em baixas temperaturas.

Corte

Por sua vez, essa técnica de elaboração de vinho rosé, conhecida também como blend, é uma maneira mais cautelosa de produção, uma vez que consiste na mistura do vinho tinto com o vinho branco. Uma mistura, curiosamente, que já sustentou muito preconceito entre os especialistas. Contamos isso logo mais abaixo!

Sangria:

Enfim, a técnica sangria consiste numa drenagem que é realizada durante a maceração. Neste caso, apenas 10% do líquido drenado gera o vinho tinto – e a parte mais clara, e também menos concentrada, é conduzida para a fermentação do vinho rosé.

Vinho rosé combina com o quê?

Agora vamos apresentar dicas de harmonização e como você pode saborear muito mais e melhor o vinho rosé!

Acidez do vinho rosé e suas particularidades

Um dos traços mais marcantes do vinho rosé é sua acidez. Literalmente, é um vinho que dá água na boca, uma vez que proporciona mais salivação. Essa acidez é resultado de diversos fatores: solo, clima, tipo de uva, ponto de maturação, entre outros. Outro motivo é porque as uvas são colhidas mais rápido.

Pratos que harmonizam perfeitamente 

Justamente devido a essa acidez, o vinho rosé harmoniza muito bem com pratos com molho de tomate: pastas ao sugo, pizzas – por exemplo, pizza de rúcula com tomate seco ou de atum – ou mesmo carnes brancas como frango assado ou grelhado, além de saladas.

Já quanto às carnes vermelhas, principalmente as bem temperadas ficam excelentes com vinho rosé. Pode apostar, neste caso, nas receitas mexicanas. Por fim, frutos do mar com vinho rosé compõem o clássico dos clássicos da harmonização: camarões, lulas, paellas e até acarajés. E, claro, também é uma excelente opção para acompanhar receitas de peixes: assados, grelhados, ensopados e até sushis e sashimis.

Para aqueles dias em que a praticidade deve ser a palavra de ordem, o vinho rosé pode acompanhar uma tábua de frios. Na pressa para receber amigos, por exemplo, selecione algumas azeitonas, queijos muçarela e gorgonzola, presunto parma, amendoim, castanhas e até batata frita ou queijos empanados. Sentiu água na boca? Esse é o poder de um vinho rosé!

Análise do sommelier

Você também quer aprender como reconhecer um bom vinho rosé, além de conseguir identificar suas propriedades? Veja só, de maneira simples, como os especialistas avaliam os rótulos.

Análise visual

Já reparou que muitas pessoas ficam olhando dentro da taça, notando a cor do vinho? Conhecida como análise visual, o apreciador observa as nuances da bebida, verificando se é intensa, brilhante, transparente etc. O bacana dessa análise é que ela não requer habilidade, basta se entregar ao momento e contemplar as cores. Com o tempo, saberá identificar os diversos tons.

Análise olfativa

Já a análise do olfato é um pouquinho mais complexa. Consiste em saber reconhecer os aromas contidos naquele rótulo – e podem ser mais de 10 mil! Esses aromas também são resultado de muitos detalhes, como o tipo das uvas e até do contato com o ar, porque o oxigênio aprimora a liberação dos aromas. Já reparou também que muitas pessoas giram a taça de uma maneira um tanto delicada? Isso é feito justamente para oxigenar a bebida.

Degustação

Essa também é uma etapa que você já deve ter visto por aí. Quando se toma um gole sem pressa, é possível sentir todos os estímulos. É nessa hora que se percebe a acidez, as notas, o doce, a densidade, entre outras peculiaridades.

Preconceito entre os enólogos

Antes de cair no gosto popular, pelo menos entre os enólogos o vinho rosé tinha má fama. A cisma inicial era justamente porque o rosado é uma mistura entre o vinho branco e o vinho tinto. No início de sua produção, a ideia era que fosse apenas um vinho adocicado e gaseificado, com a finalidade de acompanhar pratos simples. A produção, no entanto, foi se sofisticando, e hoje existem rótulos leves, mas também complexos e versáteis. Logo, vinho rosé pode acompanhar receitas mais elaboradas.

Indicações de vinho rosé

Em nossa loja online, você encontra opções magníficas de vinho rosé. Por exemplo, o Vinho Asio Otus Rosé, que é uma opção fácil e descomplicada, um vinho com mais leveza e frescor, de cor rosa claro. Apresenta aromas delicados de frutas vermelhas como morangos e framboesas. Na boca se forma uma estrutura leve e muito delicado e com boa persistência e agradável final limpo. Aproveite para apreciá-lo com pratos frios como charcutaria, saladas e mariscos.

Outra sugestão é o chileno Vinho Santa Ema Select Terroir Reserva Rosé, um vinhos que pode ser consumido simplesmente sozinho, mas também tem estrutura para pratos da gastronomia, que no visual apresenta cor rosa claro brilhante. Nos aromas o destaque são as frutas vermelhas como morangos e cerejas, além das notas florais num segundo plano. Na boca é fresco e delicado, com textura elegante e persistência.

Já o Santa Ema Select Terroir Rosé é um rótulo equilibrado, macio e com final longo. Se aideia é preparar uma receita de peixe, pode apostar então! Pratos apimentados da culinária asiática ou tailandesa também ficam ótimos.

Já o francês Vinho Anaïs Côtes De Provence é excelente para embalar as noites de verão com aperitivos ou até mesmo pratos mais elaborados, esse belo vinho proveniente da Provence, região que é referência dos roses no mundo. No visual rosa claro, nos aromas ele demonstra muito equilíbrio entre frutas vermelhas e toranja, seguida de sutis notas de pêssego. Muito fresco em boca e com final longo persistente. Com ele, sirva petiscos, bruschettas ou frutos do mar.

Para finalizar, confiras nossas dicas para apreciar o vinho rosé com perfeição. Primeiro, cuide da temperatura. O vinho rosé se assemelha ao vinho branco nesse sentido. Mais consumido no verão, se o rótulo tiver maior teor de açúcar ficará mais saboroso se estiver entre 6 e 8 graus. Já as opções encorpadas, entre 12 e 14. Para servir, se o vinho rosé for ligeiro, use taças altas e estreitas. Se for mais intenso, pode ser em taças de vinho branco com abertura mediana.

Agora que você já sabe mais do assunto, é só adquirir de maneira fácil e rápida um de nossos rótulos e apreciar um saboroso vinho rosé.

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Um dos críticos de vinho mais renomados do mundo, James Suckling é nosso tema de hoje. Conheça mais de sua trajetória e importância nesse perfil especial!

Quem é James Suckling?

O jornalista americano James Suckling é um dos críticos de vinho mais importantes do mundo. Apenas para a revista Wine Spectator foram mais de 30 anos escrevendo sobre a bebida, provando, em média por ano, cerca de quatro mil rótulos! James Suckling gerenciou o escritório europeu da revista, por isso também se tornou exímio conhecedor de vinhos italianos, além dos vinhos de Bordeaux. O crítico já morou em Paris e Londres, e hoje reside em Toscana.

Depois de tanto anos trabalhando para publicações especializadas – e com um nome forte no mercado de vinhos – em 2010 Suckling criou o seu próprio site, quando passou a expressar toda a sua visão sobre o vinho, inclusive de forma mais poética. Para ele, o vinho pode ser comparado com a música, no sentido de não necessitar de conhecimento para ser apreciado. O bom vinho conecta-se às emoções e deve, sim, ser analisado emocionalmente. Como a música, literatura e o amor fazem, o vinho deve comover.

No decorrer de sua trajetória, o crítico estima que deve ter experimentado cerca de 225 mil vinhos. Só em seu site é possível encontrar mais de 120 mil classificações de rótulos. Aliás, a classificação de James Suckling funciona da seguinte forma: é um sistema de 100 pontos, sendo 90 a pontuação mínima. Se um vinho fica entre 90-95 pontos, o vinho é considerado excelente. Já entre 95-100 é um rótulo que deve ser adquirido.

Vinhos com 100 pontos por James Suckling

Agora você conhecerá três vinhos chilenos que possuem 100 pontos na avaliação de um dos mais importantes especialistas em vinhos do mundo!

O Chadwick 2014 foi o primeiro vinho chileno a receber a pontuação máxima de James Suckling. É um Cabernet Sauvignon cujo aroma remete a frutas roxas maduras, além de groselha com toque de tabaco, entre outras especiarias como café. Possui também taninos finos, uma estrutura rica, boa acidez e um longo e saboroso final.

Outro vinho chileno, o Seña 2015, é um tinto equilibrado e fresco, de grande corpo e com taninos finos. Usa Carménère e Malbec, tem excelente acidez em suas notas de cereja e eucalipto, e depois de um tempo na taça atinge aromas florais, minerais e toques de caramelo.

Por sua vez, o vinho Almaviva 2015 foi eleito por Suckling o vinho do ano de 2017. Para o especialista, o rótulo reúne intensidade, estrutura e equilíbrio. Em sua composição vai: 69% de Cabernet Sauvignon, 24% de Carménère, 5% de Cabernet Franc e 2% de Petit Verdot. Esse rótulo fica por 18 meses em barricas francesas. De um lindo violáceo escuro, a bebida possui notas florais de violetas, alcaçuz e madeira. Sentiu vontade de experimentar só de ler?

Nossas recomendações

Em nossa loja online de vinhos você encontra alguns dos rótulos premiados por James Suckling. O primeiro deles é o Vinho Santa Ema Gran Reserva Cabernet Sauvignon, um rótulo que alia tradição e modernidade. Com coloração rubi intenso, possui aromas elegantes e sofisticados de frutas negras, como cerejas e ameixas, misturadas ainda com toques de tabaco, café torrado e baunilha. Com taninos maduros e sedosos, no paladar tem sabor arredondado, estruturado e prolongado.

Outra opção é o Vinho Santa Ema Barrel Reserve 60/40, um blend sensacional composto por 60% de Cabernet Sauvignon e 40% Merlot – sem falar no excelente custo-benefício! É um dos blends mais usados na região de Bordeaux, também um vinho de coloração rubi intensa com reflexos violáceos. Já os aromas evidenciam as frutas vermelhas como ameixas e cerejas, além da pimenta preta e das notas de baunilha. O sabor é concentrado e elegante, com taninos redondos e bom frescor. O final aveludado possui boa persistência.

E para encerrar com uma experiência única, temos o Vinho Santa Ema Gran Reserva Syrah, um tinto marcante e estruturado. Possui coloração rubi com reflexos violeta e no aroma destacam-se notas florais, amora, cereja, pimenta e alcaçuz. Os taninos são firmes, na boca apresenta boa estrutura com nota picante e o final longo deixa um sabor de fruta.

Viva um momento de James Suckling experimentando os melhores vinhos do mundo. Adquira agora mesmo o rótulo que mais o inspirou!

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Premiações do mundo do vinho parecem sempre tão glamorosas, cheias de status e, claro, muita bebida saborosa. Mas para além de toda a pompa, tais prêmios visam a excelência do vinho e daqueles que trabalham por ele: enólogos, sommeliers e outros tantos mais. Conheça agora mesmo um pouco da esfera competitiva de quem vive de nossa bebida preferida.

A importância e o peso das premiações

Estima-se que há mais de 1 milhão de rótulos de vinhos no mundo. Considerando o restrito mercado, cada um desses rótulos precisa conquistar o consumidor que nem sempre está disposto a experimentar cada novidade. Sendo assim, o que faz um vinho se destacar mais do que outros? Algumas apostas: o marketing, as dicas dos especialistas em seus veículos de comunicação (especializados ou não) e, claro, as premiações.

As mais importantes premiações do mundo dos vinhos já ocorrem há muitas décadas e elas são tão consagradas que chegam a atrair mais de 15 mil rótulos em uma única edição. Além da tradição do próprio evento, são premiações que contam com o apoio das mais respeitadas instituições do setor, como a Organisation Internationale de la Vigne et du Vin (OIV) ou a Union Internationale des Oenologistes (UIOe).

Para a avaliação desses vinhos conta-se com profissionais como enólogos, sommeliers, críticos e mídia especializada. Em nosso país, acontece nos anos pares o Concurso Internacional de Vinhos do Brasil, promovido pela Associação Brasileira de Enologia (ABE). Nessas premiações, as degustações são realizadas, obrigatoriamente, às cegas. São centenas de amostras provadas por inúmeros grupos de degustadores. Um mesmo vinho pode participar de vários prêmios e ele vai acumulando os pontos que, ao final, são somados e o resultado determina a posição na classificação geral. O ranking dos melhores vinhos você pode conferir no site www.wawwj.com

Participar desses eventos é importante para o produtor que deseja que seus rótulos alcancem repercussão em toda a cadeia: especialistas, representantes, distribuidores, lojistas, mídia, enófilos e o consumidor final, que não precisa ser um grande entendedor de vinhos.

Listamos abaixo as premiações mais importantes do mundo – de vinhos, de enólogos e sommeliers – para você ficar por dentro e saber reconhecer um vinho premiado.

Master of Wine

Voltado para enólogos, o Master of Wine é o título mais cobiçado da categoria. Não se trata de uma competição propriamente dita, mas de uma certificação. As provas são muitíssimo criteriosas e exigentes, por isso só alcançam o título os verdadeiramente qualificados.

Além do conhecimento técnico, o profissional precisa ser um exímio comunicador. O Master of Wine é realizado anualmente na Inglaterra pelo Institute Master of Wine, fundado em 1955. No mundo, há apenas 380 Masters of Wine, entre eles o brasileiro Dirceu Vianna Júnior.

Decanter World Wine

Com um júri composto por mais de 200 especialistas em vinho do mundo todo, o Decanter World Wine Awards premia os melhores vinhos do ano. A premiação inglesa é promovida pela renomada Revista Decanter.

O evento é tão prestigiado que costumam se inscrever mais de 15 mil rótulos e ganham cerca de 50 – apenas. Além do prêmio máximo, nessa premiação há medalhas de platina, de ouro, prata e bronze.

Site: https://www.decanter.com/decanter-awards/

Challenge International du Vin

Em torno de 5 mil rótulos do mundo inteiro são avaliados no Challenge International du Vin, premiação francesa que acontece em toda primavera na região de Bordeaux. Um evento para lá de encantador, as avaliações acontecem em 2 manhãs. Ao final, são eleitos os melhores vinhos do mundo.

Site: https://www.challengeduvin.com/

Master Sommelier

Um sommelier sempre sonha com o título Master Sommelier, considerado o maior grau de instrução que o especialista pode adquirir. Criada em 1977 pela Court of Master Sommeliers, o prêmio inglês visa a excelência do profissional, em termos conceituais – e não necessariamente o melhor profissional enquanto uma pessoa.

As avaliações acontecem por meio de diversas provas dissertativas, práticas, além de testes de conhecimento. Prova da estrita qualificação é que há apenas 230 MOS pelo mundo. Até hoje nenhum brasileiro ganhou a honraria.

Site: https://www.courtofmastersommeliers.org/

International Wine and Spirit Competition

A premiação inglesa acontece há mais de 50 anos e passa por todo o processo de fabricação do vinho, desde o cultivo das uvas até o resultado final. Logo, são muitas categorias contempladas, como, por exemplo, design do rótulo, marketing da marca, êxito nas vendas, entre outras.

Como acontece com o Master Sommelier, o que a International Wine and Spirit Competition busca é a total excelência dos vinhos – e não necessariamente os melhores rótulos.

Site: https://www.iwsc.net/

Mundus Vini

A Alemanha, país reconhecido por suas cervejas típicas e pelos excelentes vinhos, sedia o Mundus Vino, uma competição internacional renomada, realizada há mais de 15 anos. Nela são eleitos os melhores vinhos do mundo.E a premiação é tão visada que costumam ser inscritos mais de 10 mil rótulos numa única edição.

Site: https://www.meininger-online.de/en/mundus-vini

Agora que você já sabe a importância desses eventos, pode tirar a prova você mesmo dos melhores vinhos eleitos!

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